MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
INSTITUTO NACIONAL DE ESTUDOS E PESQUISAS EDUCACIONAIS ANÍSIO TEIXEIRA
MATRIZ DE REFERÊNCIA PARA O ENEM 2009
EIXOS COGNITIVOS (comuns a todas as áreas de conhecimento)
I. Dominar linguagens (DL): dominar a norma culta da Língua Portuguesa e fazer
uso das linguagens matemática, artística e científica e das línguas espanhola e
inglesa.
II. Compreender fenômenos (CF): construir e aplicar conceitos das várias áreas do
conhecimento para a compreensão de fenômenos naturais, de processos
histórico-geográficos, da produção tecnológica e das manifestações artísticas.
III. Enfrentar situações-problema (SP): selecionar, organizar, relacionar, interpretar
dados e informações representados de diferentes formas, para tomar decisões e
enfrentar situações-problema.
IV. Construir argumentação (CA): relacionar informações, representadas em
diferentes formas, e conhecimentos disponíveis em situações concretas, para
construir argumentação consistente.
V. Elaborar propostas (EP): recorrer aos conhecimentos desenvolvidos na escola
para elaboração de propostas de intervenção solidária na realidade, respeitando
os valores humanos e considerando a diversidade sociocultural.
Matriz de Referência de Linguagens, Códigos e suas
Tecnologias
Competência de área 1 - Aplicar as tecnologias da comunicação e da informação na
escola, no trabalho e em outros contextos relevantes para sua vida.
H1 - Identificar as diferentes linguagens e seus recursos expressivos como elementos de
caracterização dos sistemas de comunicação.
H2 - Recorrer aos conhecimentos sobre as linguagens dos sistemas de comunicação e
informação para resolver problemas sociais.
H3 - Relacionar informações geradas nos sistemas de comunicação e informação,
considerando a função social desses sistemas.
H4 - Reconhecer posições críticas aos usos sociais que são feitos das linguagens e
dos sistemas de comunicação e informação.
Competência de área 2 - Conhecer e usar língua(s) estrangeira(s) moderna(s) como
instrumento de acesso a informações e a outras culturas e grupos sociais*.
H5 – Associar vocábulos e expressões de um texto em LEM ao seu tema.
H6 - Utilizar os conhecimentos da LEM e de seus mecanismos como meio de ampliar as
possibilidades de acesso a informações, tecnologias e culturas.
H7 – Relacionar um texto em LEM, as estruturas linguísticas, sua função e seu uso social.
H8 - Reconhecer a importância da produção cultural em LEM como representação da
diversidade cultural e linguística.
*A área 2 será incluída apenas a partir de 2010
Competência de área 3 - Compreender e usar a linguagem corporal como relevante
para a própria vida, integradora social e formadora da identidade.
H9 - Reconhecer as manifestações corporais de movimento como originárias de
necessidades cotidianas de um grupo social.
H10 - Reconhecer a necessidade de transformação de hábitos corporais em função das
necessidades cinestésicas.
H11 - Reconhecer a linguagem corporal como meio de interação social, considerando os
limites de desempenho e as alternativas de adaptação para diferentes indivíduos.
Competência de área 4 - Compreender a arte como saber cultural e estético gerador
de significação e integrador da organização do mundo e da própria identidade.
H12 - Reconhecer diferentes funções da arte, do trabalho da produção dos artistas em
seus meios culturais.
H13 - Analisar as diversas produções artísticas como meio de explicar diferentes culturas,
padrões de beleza e preconceitos.
H14 - Reconhecer o valor da diversidade artística e das inter-relações de elementos que se
apresentam nas manifestações de vários grupos sociais e étnicos.
Competência de área 5 - Analisar, interpretar e aplicar recursos expressivos das
linguagens, relacionando textos com seus contextos, mediante a natureza, função,
organização, estrutura das manifestações, de acordo com as condições de produção
e recepção.
H15 - Estabelecer relações entre o texto literário e o momento de sua produção, situando
aspectos do contexto histórico, social e político.
H16 - Relacionar informações sobre concepções artísticas e procedimentos de construção
do texto literário.
H17 - Reconhecer a presença de valores sociais e humanos atualizáveis e permanentes no
patrimônio literário nacional.
Competência de área 6 - Compreender e usar os sistemas simbólicos das diferentes
linguagens como meios de organização cognitiva da realidade pela constituição de
significados, expressão, comunicação e informação.
H18 - Identificar os elementos que concorrem para a progressão temática e para a
organização e estruturação de textos de diferentes gêneros e tipos.
H19 - Analisar a função da linguagem predominante nos textos em situações específicas
de interlocução.
H20 - Reconhecer a importância do patrimônio linguístico para a preservação da memória
e da identidade nacional.
Competência de área 7 - Confrontar opiniões e pontos de vista sobre as diferentes
linguagens e suas manifestações específicas.
H21 - Reconhecer em textos de diferentes gêneros, recursos verbais e não-verbais
utilizados com a finalidade de criar e mudar comportamentos e hábitos.
H22 - Relacionar, em diferentes textos, opiniões, temas, assuntos e recursos linguísticos.
H23 - Inferir em um texto quais são os objetivos de seu produtor e quem é seu público alvo,
pela análise dos procedimentos argumentativos utilizados.
H24 - Reconhecer no texto estratégias argumentativas empregadas para o convencimento
do público, tais como a intimidação, sedução, comoção, chantagem, entre outras.
Competência de área 8 - Compreender e usar a língua portuguesa como língua
materna, geradora de significação e integradora da organização do mundo e da
própria identidade.
H25 - Identificar, em textos de diferentes gêneros, as marcas linguísticas que singularizam
as variedades linguísticas sociais, regionais e de registro.
H26 - Relacionar as variedades lingüísticas a situações específicas de uso social.
H27 - Reconhecer os usos da norma padrão da língua portuguesa nas diferentes situações
de comunicação.
Competência de área 9 - Entender os princípios, a natureza, a função e o impacto das
tecnologias da comunicação e da informação na sua vida pessoal e social, no
desenvolvimento do conhecimento, associando-o aos conhecimentos científicos, às
linguagens que lhes dão suporte, às demais tecnologias, aos processos de
produção e aos problemas que se propõem solucionar.
H28 - Reconhecer a função e o impacto social das diferentes tecnologias da comunicação
e informação.
H29 - Identificar pela análise de suas linguagens, as tecnologias da comunicação e
informação.
H30 - Relacionar as tecnologias de comunicação e informação ao desenvolvimento das
sociedades e ao conhecimento que elas produzem.
Matriz de Referência de Matemática e suas Tecnologias
Competência de área 1 - Construir significados para os números naturais, inteiros,
racionais e reais.
H1 - Reconhecer, no contexto social, diferentes significados e representações dos números
e operações - naturais, inteiros, racionais ou reais.
H2 - Identificar padrões numéricos ou princípios de contagem.
H3 - Resolver situação-problema envolvendo conhecimentos numéricos.
H4 - Avaliar a razoabilidade de um resultado numérico na construção de argumentos sobre
afirmações quantitativas.
H5 - Avaliar propostas de intervenção na realidade utilizando conhecimentos numéricos.
Competência de área 2 - Utilizar o conhecimento geométrico para realizar a leitura e
a representação da realidade e agir sobre ela.
H6 - Interpretar a localização e a movimentação de pessoas/objetos no espaço
tridimensional e sua representação no espaço bidimensional.
H7 - Identificar características de figuras planas ou espaciais.
H8 - Resolver situação-problema que envolva conhecimentos geométricos de espaço e
forma.
H9 - Utilizar conhecimentos geométricos de espaço e forma na seleção de argumentos
propostos como solução de problemas do cotidiano.
Competência de área 3 - Construir noções de grandezas e medidas para a
compreensão da realidade e a solução de problemas do cotidiano.
H10 - Identificar relações entre grandezas e unidades de medida.
H11 - Utilizar a noção de escalas na leitura de representação de situação do cotidiano.
H12 - Resolver situação-problema que envolva medidas de grandezas.
H13 - Avaliar o resultado de uma medição na construção de um argumento consistente.
H14 - Avaliar proposta de intervenção na realidade utilizando conhecimentos geométricos
relacionados a grandezas e medidas.
Competência de área 4 - Construir noções de variação de grandezas para a
compreensão da realidade e a solução de problemas do cotidiano.
H15 - Identificar a relação de dependência entre grandezas.
H16 - Resolver situação-problema envolvendo a variação de grandezas, direta ou
inversamente proporcionais.
H17 - Analisar informações envolvendo a variação de grandezas como recurso para a
construção de argumentação.
H18 - Avaliar propostas de intervenção na realidade envolvendo variação de grandezas.
Competência de área 5 - Modelar e resolver problemas que envolvem variáveis
socioeconômicas ou técnico-científicas, usando representações algébricas.
H19 - Identificar representações algébricas que expressem a relação entre grandezas.
H20 - Interpretar gráfico cartesiano que represente relações entre grandezas.
H21 - Resolver situação-problema cuja modelagem envolva conhecimentos algébricos.
H22 - Utilizar conhecimentos algébricos/geométricos como recurso para a construção de
argumentação.
H23 - Avaliar propostas de intervenção na realidade utilizando conhecimentos algébricos.
Competência de área 6 - Interpretar informações de natureza científica e social
obtidas da leitura de gráficos e tabelas, realizando previsão de tendência,
extrapolação, interpolação e interpretação.
H24 - Utilizar informações expressas em gráficos ou tabelas para fazer inferências.
H25 - Resolver problema com dados apresentados em tabelas ou gráficos.
H26 - Analisar informações expressas em gráficos ou tabelas como recurso para a
construção de argumentos.
Competência de área 7 - Compreender o caráter aleatório e não-determinístico dos
fenômenos naturais e sociais e utilizar instrumentos adequados para medidas,
determinação de amostras e cálculos de probabilidade para interpretar informações
de variáveis apresentadas em uma distribuição estatística.
H27 - Calcular medidas de tendência central ou de dispersão de um conjunto de dados
expressos em uma tabela de freqüências de dados agrupados (não em classes) ou em
gráficos.
H28 - Resolver situação-problema que envolva conhecimentos de estatística e
probabilidade.
H29 - Utilizar conhecimentos de estatística e probabilidade como recurso para a
construção de argumentação.
H30 - Avaliar propostas de intervenção na realidade utilizando conhecimentos de
estatística e probabilidade.
Matriz de Referência de Ciências da Natureza e suas Tecnologias
Competência de área 1 – Compreender as ciências naturais e as tecnologias a elas
associadas como construções humanas, percebendo seus papéis nos processos de
produção e no desenvolvimento econômico e social da humanidade.
H1 – Reconhecer características ou propriedades de fenômenos ondulatórios ou
oscilatórios, relacionando-os a seus usos em diferentes contextos.
H2 – Associar a solução de problemas de comunicação, transporte, saúde ou outro, com o
correspondente desenvolvimento científico e tecnológico.
H3 – Confrontar interpretações científicas com interpretações baseadas no senso comum,
ao longo do tempo ou em diferentes culturas.
H4 – Avaliar propostas de intervenção no ambiente, considerando a qualidade da vida
humana ou medidas de conservação, recuperação ou utilização sustentável da
biodiversidade.
Competência de área 2 – Identificar a presença e aplicar as tecnologias associadas
às ciências naturais em diferentes contextos.
H5 – Dimensionar circuitos ou dispositivos elétricos de uso cotidiano.
H6 – Relacionar informações para compreender manuais de instalação ou utilização de
aparelhos, ou sistemas tecnológicos de uso comum.
H7 – Selecionar testes de controle, parâmetros ou critérios para a comparação de
materiais e produtos, tendo em vista a defesa do consumidor, a saúde do trabalhador ou a
qualidade de vida.
Competência de área 3 – Associar intervenções que resultam em degradação ou
conservação ambiental a processos produtivos e sociais e a instrumentos ou ações
científico-tecnológicos.
H8 – Identificar etapas em processos de obtenção, transformação, utilização ou reciclagem
de recursos naturais, energéticos ou matérias-primas, considerando processos biológicos,
químicos ou físicos neles envolvidos.
H9 – Compreender a importância dos ciclos biogeoquímicos ou do fluxo energia para a
vida, ou da ação de agentes ou fenômenos que podem causar alterações nesses
processos.
H10 – Analisar perturbações ambientais, identificando fontes, transporte e(ou) destino dos
poluentes ou prevendo efeitos em sistemas naturais, produtivos ou sociais.
H11 – Reconhecer benefícios, limitações e aspectos éticos da biotecnologia, considerando
estruturas e processos biológicos envolvidos em produtos biotecnológicos.
H12 – Avaliar impactos em ambientes naturais decorrentes de atividades sociais ou
econômicas, considerando interesses contraditórios.
Competência de área 4 – Compreender interações entre organismos e ambiente, em
particular aquelas relacionadas à saúde humana, relacionando conhecimentos
científicos, aspectos culturais e características individuais.
H13 – Reconhecer mecanismos de transmissão da vida, prevendo ou explicando a
manifestação de características dos seres vivos.
H14 – Identificar padrões em fenômenos e processos vitais dos organismos, como
manutenção do equilíbrio interno, defesa, relações com o ambiente, sexualidade, entre
outros.
H15 – Interpretar modelos e experimentos para explicar fenômenos ou processos
biológicos em qualquer nível de organização dos sistemas biológicos.
H16 – Compreender o papel da evolução na produção de padrões, processos biológicos
ou na organização taxonômica dos seres vivos.
Competência de área 5 – Entender métodos e procedimentos próprios das ciências
naturais e aplicá-los em diferentes contextos.
H17 – Relacionar informações apresentadas em diferentes formas de linguagem e
representação usadas nas ciências físicas, químicas ou biológicas, como texto discursivo,
gráficos, tabelas, relações matemáticas ou linguagem simbólica.
H18 – Relacionar propriedades físicas, químicas ou biológicas de produtos, sistemas ou
procedimentos tecnológicos às finalidades a que se destinam.
H19 – Avaliar métodos, processos ou procedimentos das ciências naturais que contribuam
para diagnosticar ou solucionar problemas de ordem social, econômica ou ambiental.
Competência de área 6 – Apropriar-se de conhecimentos da física para, em situações
problema, interpretar, avaliar ou planejar intervenções científico-tecnológicas.
H20 – Caracterizar causas ou efeitos dos movimentos de partículas, substâncias, objetos
ou corpos celestes.
H21 – Utilizar leis físicas e (ou) químicas para interpretar processos naturais ou
tecnológicos inseridos no contexto da termodinâmica e(ou) do eletromagnetismo.
H22 – Compreender fenômenos decorrentes da interação entre a radiação e a matéria em
suas manifestações em processos naturais ou tecnológicos, ou em suas implicações
biológicas, sociais, econômicas ou ambientais.
H23 – Avaliar possibilidades de geração, uso ou transformação de energia em ambientes
específicos, considerando implicações éticas, ambientais, sociais e/ou econômicas.
Competência de área 7 – Apropriar-se de conhecimentos da química para, em
situações problema, interpretar, avaliar ou planejar intervenções científicotecnológicas.
H24 – Utilizar códigos e nomenclatura da química para caracterizar materiais, substâncias
ou transformações químicas.
H25 – Caracterizar materiais ou substâncias, identificando etapas, rendimentos ou
implicações biológicas, sociais, econômicas ou ambientais de sua obtenção ou produção.
H26 – Avaliar implicações sociais, ambientais e/ou econômicas na produção ou no
consumo de recursos energéticos ou minerais, identificando transformações químicas ou
de energia envolvidas nesses processos.
H27 – Avaliar propostas de intervenção no meio ambiente aplicando conhecimentos
químicos, observando riscos ou benefícios.
Competência de área 8 – Apropriar-se de conhecimentos da biologia para, em
situações problema, interpretar, avaliar ou planejar intervenções científicotecnológicas.
H28 – Associar características adaptativas dos organismos com seu modo de vida ou com
seus limites de distribuição em diferentes ambientes, em especial em ambientes
brasileiros.
H29 – Interpretar experimentos ou técnicas que utilizam seres vivos, analisando
implicações para o ambiente, a saúde, a produção de alimentos, matérias primas ou
produtos industriais.
H30 – Avaliar propostas de alcance individual ou coletivo, identificando aquelas que visam
à preservação e a implementação da saúde individual, coletiva ou do ambiente.
Matriz de Referência de Ciências Humanas e suas Tecnologias
Competência de área 1 - Compreender os elementos culturais que constituem as
identidades
H1 - Interpretar historicamente e/ou geograficamente fontes documentais acerca de
aspectos da cultura.
H2 - Analisar a produção da memória pelas sociedades humanas.
H3 - Associar as manifestações culturais do presente aos seus processos históricos.
H4 - Comparar pontos de vista expressos em diferentes fontes sobre determinado aspecto
da cultura.
H5 - Identificar as manifestações ou representações da diversidade do patrimônio cultural e
artístico em diferentes sociedades.
Competência de área 2 - Compreender as transformações dos espaços geográficos
como produto das relações socioeconômicas e culturais de poder.
H6 - Interpretar diferentes representações gráficas e cartográficas dos espaços
geográficos.
H7 - Identificar os significados histórico-geográficos das relações de poder entre as nações
H8 - Analisar a ação dos estados nacionais no que se refere à dinâmica dos fluxos
populacionais e no enfrentamento de problemas de ordem econômico-social.
H9 - Comparar o significado histórico-geográfico das organizações políticas e
socioeconômicas em escala local, regional ou mundial.
H10 - Reconhecer a dinâmica da organização dos movimentos sociais e a importância da
participação da coletividade na transformação da realidade histórico-geográfica.
Competência de área 3 - Compreender a produção e o papel histórico das
instituições sociais, políticas e econômicas, associando-as aos diferentes grupos,
conflitos e movimentos sociais.
H11 - Identificar registros de práticas de grupos sociais no tempo e no espaço.
H12 - Analisar o papel da justiça como instituição na organização das sociedades.
H13 - Analisar a atuação dos movimentos sociais que contribuíram para mudanças ou
rupturas em processos de disputa pelo poder.
H14 - Comparar diferentes pontos de vista, presentes em textos analíticos e interpretativos,
sobre situação ou fatos de natureza histórico-geográfica acerca das instituições sociais,
políticas e econômicas.
H15 - Avaliar criticamente conflitos culturais, sociais, políticos, econômicos ou ambientais
ao longo da história.
Competência de área 4 - Entender as transformações técnicas e tecnológicas e seu
impacto nos processos de produção, no desenvolvimento do conhecimento e na
vida social.
H16 - Identificar registros sobre o papel das técnicas e tecnologias na organização do
trabalho e/ou da vida social.
H17 - Analisar fatores que explicam o impacto das novas tecnologias no processo de
territorialização da produção.
H18 - Analisar diferentes processos de produção ou circulação de riquezas e suas
implicações sócio-espaciais.
H19 - Reconhecer as transformações técnicas e tecnológicas que determinam as várias
formas de uso e apropriação dos espaços rural e urbano.
H20 - Selecionar argumentos favoráveis ou contrários às modificações impostas pelas
novas tecnologias à vida social e ao mundo do trabalho.
Competência de área 5 - Utilizar os conhecimentos históricos para compreender e
valorizar os fundamentos da cidadania e da democracia, favorecendo uma atuação
consciente do indivíduo na sociedade.
H21 - Identificar o papel dos meios de comunicação na construção da vida social.
H22 - Analisar as lutas sociais e conquistas obtidas no que se refere às mudanças nas
legislações ou nas políticas públicas.
H23 - Analisar a importância dos valores éticos na estruturação política das sociedades.
H24 - Relacionar cidadania e democracia na organização das sociedades.
H25 – Identificar estratégias que promovam formas de inclusão social.
Competência de área 6 - Compreender a sociedade e a natureza, reconhecendo suas
interações no espaço em diferentes contextos históricos e geográficos.
H26 - Identificar em fontes diversas o processo de ocupação dos meios físicos e as
relações da vida humana com a paisagem.
H27 - Analisar de maneira crítica as interações da sociedade com o meio físico, levando
em consideração aspectos históricos e(ou) geográficos.
H28 - Relacionar o uso das tecnologias com os impactos sócio-ambientais em diferentes
contextos histórico-geográficos.
H29 - Reconhecer a função dos recursos naturais na produção do espaço geográfico,
relacionando-os com as mudanças provocadas pelas ações humanas.
H30 - Avaliar as relações entre preservação e degradação da vida no planeta nas
diferentes escalas.
ANEXO
Objetos de conhecimento associados às Matrizes de Referência
1. Linguagem, Códigos e suas Tecnologias
• Estudo do texto: as sequências discursivas e os gêneros textuais no sistema
de comunicação e informação - modos de organização da composição textual;
atividades de produção escrita e de leitura de textos gerados nas diferentes esferas
sociais - públicas e privadas.
• Estudo das práticas corporais: a linguagem corporal como integradora social
e formadora de identidade - performance corporal e identidades juvenis;
possibilidades de vivência crítica e emancipada do lazer; mitos e verdades sobre os
corpos masculino e feminino na sociedade atual; exercício físico e saúde; o corpo e
a expressão artística e cultural; o corpo no mundo dos símbolos e como produção
da cultura; práticas corporais e autonomia; condicionamentos e esforços físicos; o
esporte;. a dança; as lutas; os jogos; as brincadeiras.
• Produção e recepção de textos artísticos: interpretação e representação do
mundo para o fortalecimento dos processos de identidade e cidadania - Artes
Visuais: estrutura morfológica, sintática, o contexto da obra artística, o contexto da
comunidade. Teatro: estrutura morfológica, sintática, o contexto da obra artística, o
contexto da comunidade, as fontes de criação. Música: estrutura morfológica,
sintática, o contexto da obra artística, o contexto da comunidade, as fontes de
criação. Dança: estrutura morfológica, sintática, o contexto da obra artística, o
contexto da comunidade, as fontes de criação. Conteúdos estruturantes das
linguagens artísticas (Artes Visuais, Dança, Música, Teatro), elaborados a partir de
suas estruturas morfológicas e sintáticas; inclusão, diversidade e multiculturalidade:
a valorização da pluralidade expressada nas produções estéticas e artísticas das
minorias sociais e dos portadores de necessidades especiais educacionais.
• Estudo do texto literário: relações entre produção literária e processo social,
concepções artísticas, procedimentos de construção e recepção de textos -
produção literária e processo social; processos de formação literária e de formação
nacional; produção de textos literários, sua recepção e a constituição do patrimônio
literário nacional; relações entre a dialética cosmopolitismo/localismo e a produção
literária nacional; elementos de continuidade e ruptura entre os diversos momentos
da literatura brasileira; associações entre concepções artísticas e procedimentos de
construção do texto literário em seus gêneros (épico/narrativo, lírico e dramático) e
formas diversas.; articulações entre os recursos expressivos e estruturais do texto
literário e o processo social relacionado ao momento de sua produção;
representação literária: natureza, função, organização e estrutura do texto literário;
relações entre literatura, outras artes e outros saberes.
• Estudo dos aspectos linguísticos em diferentes textos: recursos expressivos
da língua, procedimentos de construção e recepção de textos - organização da
macroestrutura semântica e a articulação entre idéias e proposições (relações
lógico-semânticas).
• Estudo do texto argumentativo, seus gêneros e recursos linguísticos:
argumentação: tipo, gêneros e usos em língua portuguesa - formas de
apresentação de diferentes pontos de vista; organização e progressão textual;
papéis sociais e comunicativos dos interlocutores, relação entre usos e propósitos
comunicativos, função sociocomunicativa do gênero, aspectos da dimensão espaçotemporal
em que se produz o texto.
• Estudo dos aspectos linguísticos da língua portuguesa: usos da língua:
norma culta e variação lingüística - uso dos recursos linguísticos em relação ao
contexto em que o texto é constituído: elementos de referência pessoal, temporal,
espacial, registro linguístico, grau de formalidade, seleção lexical, tempos e modos
verbais; uso dos recursos linguísticos em processo de coesão textual: elementos de
articulação das sequências dos textos ou à construção da micro estrutura do texto.
• Estudo dos gêneros digitais: tecnologia da comunicação e informação:
impacto e função social - o texto literário típico da cultura de massa: o suporte
textual em gêneros digitais; a caracterização dos interlocutores na comunicação
tecnológica; os recursos linguísticos e os gêneros digitais; a função social das
novas tecnologias.
2. Matemática e suas Tecnologias
• Conhecimentos numéricos: operações em conjuntos numéricos (naturais, inteiros,
racionais e reais), desigualdades, divisibilidade, fatoração, razões e proporções,
porcentagem e juros, relações de dependência entre grandezas, sequências e
progressões, princípios de contagem.
• Conhecimentos geométricos: características das figuras geométricas planas e
espaciais; grandezas, unidades de medida e escalas; comprimentos, áreas e
volumes; ângulos; posições de retas; simetrias de figuras planas ou espaciais;
congruência e semelhança de triângulos; teorema de Tales; relações métricas nos
triângulos; circunferências; trigonometria do ângulo agudo.
• Conhecimentos de estatística e probabilidade: representação e análise de
dados; medidas de tendência central (médias, moda e mediana); desvios e
variância; noções de probabilidade.
• Conhecimentos algébricos: gráficos e funções; funções algébricas do 1.º e do 2.º
graus, polinomiais, racionais, exponenciais e logarítmicas; equações e inequações;
relações no ciclo trigonométrico e funções trigonométricas.
• Conhecimentos algébricos/geométricos: plano cartesiano; retas; circunferências;
paralelismo e perpendicularidade, sistemas de equações.
3. Ciências da Natureza e suas Tecnologias
3.1 Física
• Conhecimentos básicos e fundamentais - Noções de ordem de grandeza.
Notação Científica. Sistema Internacional de Unidades. Metodologia de
investigação: a procura de regularidades e de sinais na interpretação física do
mundo. Observações e mensurações: representação de grandezas físicas como
grandezas mensuráveis. Ferramentas básicas: gráficos e vetores. Conceituação de
grandezas vetoriais e escalares. Operações básicas com vetores.
• O movimento, o equilíbrio e a descoberta de leis físicas - Grandezas
fundamentais da mecânica: tempo, espaço, velocidade e aceleração. Relação
histórica entre força e movimento. Descrições do movimento e sua interpretação:
quantificação do movimento e sua descrição matemática e gráfica. Casos especiais
de movimentos e suas regularidades observáveis. Conceito de inércia. Noção de
sistemas de referência inerciais e não inerciais. Noção dinâmica de massa e
quantidade de movimento (momento linear). Força e variação da quantidade de
movimento. Leis de Newton. Centro de massa e a idéia de ponto material. Conceito
de forças externas e internas. Lei da conservação da quantidade de movimento
(momento linear) e teorema do impulso. Momento de uma força (torque). Condições
de equilíbrio estático de ponto material e de corpos rígidos. Força de atrito, força
peso, força normal de contato e tração. Diagramas de forças. Identificação das
forças que atuam nos movimentos circulares. Noção de força centrípeta e sua
quantificação. A hidrostática: aspectos históricos e variáveis relevantes. Empuxo.
Princípios de Pascal, Arquimedes e Stevin: condições de flutuação, relação entre
diferença de nível e pressão hidrostática.
• Energia, trabalho e potência - Conceituação de trabalho, energia e potência.
Conceito de energia potencial e de energia cinética. Conservação de energia
mecânica e dissipação de energia. Trabalho da força gravitacional e energia
potencial gravitacional. Forças conservativas e dissipativas.
• A Mecânica e o funcionamento do Universo - Força peso. Aceleração
gravitacional. Lei da Gravitação Universal. Leis de Kepler. Movimentos de corpos
celestes. Influência na Terra: marés e variações climáticas. Concepções históricas
sobre a origem do universo e sua evolução.
• Fenômenos Elétricos e Magnéticos - Carga elétrica e corrente elétrica. Lei de
Coulomb. Campo elétrico e potencial elétrico. Linhas de campo. Superfícies
equipotenciais. Poder das pontas. Blindagem. Capacitores. Efeito Joule. Lei de
Ohm. Resistência elétrica e resistividade. Relações entre grandezas elétricas:
tensão, corrente, potência e energia. Circuitos elétricos simples. Correntes contínua
e alternada. Medidores elétricos. Representação gráfica de circuitos. Símbolos
convencionais. Potência e consumo de energia em dispositivos elétricos. Campo
magnético. Imãs permanentes. Linhas de campo magnético. Campo magnético
terrestre.
• Oscilações, ondas, óptica e radiação - Feixes e frentes de ondas. Reflexão e
refração. Óptica geométrica: lentes e espelhos. Formação de imagens. Instrumentos
ópticos simples. Fenômenos ondulatórios. Pulsos e ondas. Período, freqüência,
ciclo. Propagação: relação entre velocidade, frequência e comprimento de onda.
Ondas em diferentes meios de propagação.
• O calor e os fenômenos térmicos - Conceitos de calor e de temperatura. Escalas
termométricas. Transferência de calor e equilíbrio térmico. Capacidade calorífica e
calor específico. Condução do calor. Dilatação térmica. Mudanças de estado físico e
calor latente de transformação. Comportamento de Gases ideais. Máquinas
térmicas. Ciclo de Carnot. Leis da Termodinâmica. Aplicações e fenômenos
térmicos de uso cotidiano. Compreensão de fenômenos climáticos relacionados ao
ciclo da água.
3.2 Química
• Transformações Químicas - Evidências de transformações químicas.
Interpretando transformações químicas. Sistemas Gasosos: Lei dos gases. Equação
geral dos gases ideais, Princípio de Avogadro, conceito de molécula; massa molar,
volume molar dos gases. Teoria cinética dos gases. Misturas gasosas. Modelo
corpuscular da matéria. Modelo atômico de Dalton. Natureza elétrica da matéria:
Modelo Atômico de Thomson, Rutherford, Rutherford-Bohr. Átomos e sua estrutura.
Número atômico, número de massa, isótopos, massa atômica. Elementos químicos
e Tabela Periódica. Reações químicas.
• Representação das transformações químicas - Fórmulas químicas.
Balanceamento de equações químicas. Aspectos quantitativos das transformações
químicas. Leis ponderais das reações químicas. Determinação de fórmulas
químicas. Grandezas Químicas: massa, volume, mol, massa molar, constante de
Avogadro. Cálculos estequiométricos.
• Materiais, suas propriedades e usos - Propriedades de materiais. Estados físicos
de materiais. Mudanças de estado. Misturas: tipos e métodos de separação.
Substâncias químicas: classificação e características gerais. Metais e Ligas
metálicas. Ferro, cobre e alumínio. Ligações metálicas. Substâncias iônicas:
características e propriedades. Substâncias iônicas do grupo: cloreto, carbonato,
nitrato e sulfato. Ligação iônica. Substâncias moleculares: características e
propriedades. Substâncias moleculares: H2, O2, N2, Cl2, NH3, H2O, HCl, CH4.
Ligação Covalente. Polaridade de moléculas. Forças intermoleculares. Relação
entre estruturas, propriedade e aplicação das substâncias.
• Água - Ocorrência e importância na vida animal e vegetal. Ligação, estrutura e
propriedades. Sistemas em Solução Aquosa: Soluções verdadeiras, soluções
coloidais e suspensões. Solubilidade. Concentração das soluções. Aspectos
qualitativos das propriedades coligativas das soluções. Ácidos, Bases, Sais e
Óxidos: definição, classificação, propriedades, formulação e nomenclatura.
Conceitos de ácidos e base. Principais propriedades dos ácidos e bases:
indicadores, condutibilidade elétrica, reação com metais, reação de neutralização.
• Transformações Químicas e Energia - Transformações químicas e energia
calorífica. Calor de reação. Entalpia. Equações termoquímicas. Lei de Hess.
Transformações químicas e energia elétrica. Reação de oxirredução. Potenciais
padrão de redução. Pilha. Eletrólise. Leis de Faraday. Transformações nucleares.
Conceitos fundamentais da radioatividade. Reações de fissão e fusão nuclear.
Desintegração radioativa e radioisótopos.
• Dinâmica das Transformações Químicas - Transformações Químicas e
velocidade. Velocidade de reação. Energia de ativação. Fatores que alteram a
velocidade de reação: concentração, pressão, temperatura e catalisador.
• Transformação Química e Equilíbrio - Caracterização do sistema em equilíbrio.
Constante de equilíbrio. Produto iônico da água, equilíbrio ácido-base e pH.
Solubilidade dos sais e hidrólise. Fatores que alteram o sistema em equilíbrio.
Aplicação da velocidade e do equilíbrio químico no cotidiano.
• Compostos de Carbono - Características gerais dos compostos orgânicos.
Principais funções orgânicas. Estrutura e propriedades de Hidrocarbonetos.
Estrutura e propriedades de compostos orgânicos oxigenados. Fermentação.
Estrutura e propriedades de compostos orgânicos nitrogenados. Macromoléculas
naturais e sintéticas. Noções básicas sobre polímeros. Amido, glicogênio e celulose.
Borracha natural e sintética. Polietileno, poliestireno, PVC, Teflon, náilon. Óleos e
gorduras, sabões e detergentes sintéticos. Proteínas e enzimas.
• Relações da Química com as Tecnologias, a Sociedade e o Meio Ambiente -
Química no cotidiano. Química na agricultura e na saúde. Química nos alimentos.
Química e ambiente. Aspectos científico-tecnológicos, socioeconômicos e
ambientais associados à obtenção ou produção de substâncias químicas. Indústria
Química: obtenção e utilização do cloro, hidróxido de sódio, ácido sulfúrico, amônia
e ácido nítrico. Mineração e Metalurgia. Poluição e tratamento de água. Poluição
atmosférica. Contaminação e proteção do ambiente.
• Energias Químicas no Cotidiano - Petróleo, gás natural e carvão. Madeira e hulha.
Biomassa. Biocombustíveis. Impactos ambientais de combustíveis fosseis. Energia
nuclear. Lixo atômico. Vantagens e desvantagens do uso de energia nuclear.
3.3 Biologia
• Moléculas, células e tecidos - Estrutura e fisiologia celular: membrana, citoplasma
e núcleo. Divisão celular. Aspectos bioquímicos das estruturas celulares. Aspectos
gerais do metabolismo celular. Metabolismo energético: fotossíntese e respiração.
Codificação da informação genética. Síntese protéica. Diferenciação celular.
Principais tecidos animais e vegetais. Origem e evolução das células. Noções sobre
células-tronco, clonagem e tecnologia do DNA recombinante. Aplicações de
biotecnologia na produção de alimentos, fármacos e componentes biológicos.
Aplicações de tecnologias relacionadas ao DNA a investigações científicas,
determinação da paternidade, investigação criminal e identificação de indivíduos.
Aspectos éticos relacionados ao desenvolvimento biotecnológico. Biotecnologia e
sustentabilidade.
• Hereditariedade e diversidade da vida - Princípios básicos que regem a
transmissão de características hereditárias. Concepções pré-mendelianas sobre a
hereditariedade. Aspectos genéticos do funcionamento do corpo humano. Antígenos
e anticorpos. Grupos sangüíneos, transplantes e doenças auto-imunes. Neoplasias
e a influência de fatores ambientais. Mutações gênicas e cromossômicas.
Aconselhamento genético. Fundamentos genéticos da evolução. Aspectos genéticos
da formação e manutenção da diversidade biológica.
• Identidade dos seres vivos - Níveis de organização dos seres vivos. Vírus,
procariontes e eucariontes. Autótrofos e heterótrofos. Seres unicelulares e
pluricelulares. Sistemática e as grandes linhas da evolução dos seres vivos. Tipos
de ciclo de vida. Evolução e padrões anatômicos e fisiológicos observados nos
seres vivos. Funções vitais dos seres vivos e sua relação com a adaptação desses
organismos a diferentes ambientes. Embriologia, anatomia e fisiologia humana.
Evolução humana. Biotecnologia e sistemática.
• Ecologia e ciências ambientais - Ecossistemas. Fatores bióticos e abióticos.
Habitat e nicho ecológico. A comunidade biológica: teia alimentar, sucessão e
comunidade clímax. Dinâmica de populações. Interações entre os seres vivos.
Ciclos biogeoquímicos. Fluxo de energia no ecossistema. Biogeografia. Biomas
brasileiros. Exploração e uso de recursos naturais. Problemas ambientais:
mudanças climáticas, efeito estufa; desmatamento; erosão; poluição da água, do
solo e do ar. Conservação e recuperação de ecossistemas. Conservação da
biodiversidade. Tecnologias ambientais. Noções de saneamento básico. Noções de
legislação ambiental: água, florestas, unidades de conservação; biodiversidade.
• Origem e evolução da vida - A biologia como ciência: história, métodos, técnicas e
experimentação. Hipóteses sobre a origem do Universo, da Terra e dos seres vivos.
Teorias de evolução. Explicações pré-darwinistas para a modificação das espécies.
A teoria evolutiva de Charles Darwin. Teoria sintética da evolução. Seleção artificial
e seu impacto sobre ambientes naturais e sobre populações humanas.
• Qualidade de vida das populações humanas - Aspectos biológicos da pobreza e
do desenvolvimento humano. Indicadores sociais, ambientais e econômicos. Índice
de desenvolvimento humano. Principais doenças que afetam a população brasileira:
caracterização, prevenção e profilaxia. Noções de primeiros socorros. Doenças
sexualmente transmissíveis. Aspectos sociais da biologia: uso indevido de drogas;
gravidez na adolescência; obesidade. Violência e segurança pública. Exercícios
físicos e vida saudável. Aspectos biológicos do desenvolvimento sustentável.
Legislação e cidadania.
4. Ciências Humanas e suas Tecnologias
• Diversidade cultural, conflitos e vida em sociedade
o Cultura Material e imaterial; patrimônio e diversidade cultural no Brasil.
o A Conquista da América. Conflitos entre europeus e indígenas na América
colonial. A escravidão e formas de resistência indígena e africana na América.
o História cultural dos povos africanos. A luta dos negros no Brasil e o negro na
formação da sociedade brasileira.
o História dos povos indígenas e a formação sócio-cultural brasileira.
o Movimentos culturais no mundo ocidental e seus impactos na vida política e
social.
• Formas de organização social, movimentos sociais, pensamento político e
ação do Estado
o Cidadania e democracia na Antiguidade; Estado e direitos do cidadão a partir da
Idade Moderna; democracia direta, indireta e representativa.
o Revoluções sociais e políticas na Europa Moderna.
o Formação territorial brasileira; as regiões brasileiras; políticas de reordenamento
territorial.
o As lutas pela conquista da independência política das colônias da América.
o Grupos sociais em conflito no Brasil imperial e a construção da nação.
o O desenvolvimento do pensamento liberal na sociedade capitalista e seus
críticos nos séculos XIX e XX.
o Políticas de colonização, migração, imigração e emigração no Brasil nos séculos
XIX e XX.
o A atuação dos grupos sociais e os grandes processos revolucionários do século
XX: Revolução Bolchevique, Revolução Chinesa, Revolução Cubana.
o Geopolítica e conflitos entre os séculos XIX e XX: Imperialismo, a ocupação da
Ásia e da África, as Guerras Mundiais e a Guerra Fria.
o Os sistemas totalitários na Europa do século XX: nazi-fascista, franquismo,
salazarismo e stalinismo. Ditaduras políticas na América Latina: Estado Novo no
Brasil e ditaduras na América.
o Conflitos político-culturais pós-Guerra Fria, reorganização política internacional e
os organismos multilaterais nos séculos XX e XXI.
o A luta pela conquista de direitos pelos cidadãos: direitos civis, humanos, políticos
e sociais. Direitos sociais nas constituições brasileiras. Políticas afirmativas.
o Vida urbana: redes e hierarquia nas cidades, pobreza e segregação espacial.
• Características e transformações das estruturas produtivas
o Diferentes formas de organização da produção: escravismo antigo, feudalismo,
capitalismo, socialismo e suas diferentes experiências.
o Economia agro-exportadora brasileira: complexo açucareiro; a mineração no
período colonial; a economia cafeeira; a borracha na Amazônia.
o Revolução Industrial: criação do sistema de fábrica na Europa e transformações
no processo de produção. Formação do espaço urbano-industrial.
Transformações na estrutura produtiva no século XX: o fordismo, o toyotismo, as
novas técnicas de produção e seus impactos.
o A industrialização brasileira, a urbanização e as transformações sociais e
trabalhistas.
o A globalização e as novas tecnologias de telecomunicação e suas
conseqüências econômicas, políticas e sociais.
o Produção e transformação dos espaços agrários. Modernização da agricultura e
estruturas agrárias tradicionais. O agronegócio, a agricultura familiar, os
assalariados do campo e as lutas sociais no campo. A relação campo-cidade.
• Os domínios naturais e a relação do ser humano com o ambiente
o Relação homem-natureza, a apropriação dos recursos naturais pelas sociedades
ao longo do tempo. Impacto ambiental das atividades econômicas no Brasil.
Recursos minerais e energéticos: exploração e impactos. Recursos hídricos;
bacias hidrográficas e seus aproveitamentos.
o As questões ambientais contemporâneas: mudança climática, ilhas de calor,
efeito estufa, chuva ácida, a destruição da camada de ozônio. A nova ordem
ambiental internacional; políticas territoriais ambientais; uso e conservação dos
recursos naturais, unidades de conservação, corredores ecológicos, zoneamento
ecológico e econômico.
o Origem e evolução do conceito de sustentabilidade.
o Estrutura interna da terra. Estruturas do solo e do relevo; agentes internos e
externos modeladores do relevo.
o Situação geral da atmosfera e classificação climática. As características
climáticas do território brasileiro.
o Os grandes domínios da vegetação no Brasil e no mundo.
• Representação espacial
o Projeções cartográficas; leitura de mapas temáticos, físicos e políticos;
tecnologias modernas aplicadas à cartografia.
quinta-feira, 2 de setembro de 2010
SUGESTÕES DE AULAS DE CIÊNCIAS
Caro(a) Professor(a)
Entendemos que um dos principais focos do Estudo da biologia é compreender o mundo, os seres vivos e suas relações. O professor das Ciências Naturais deve buscar alternativas didáticas que possam proporcionar ao educando aulas práticas que busquem o desenvolvimento de competências básicas a construção do conhecimento científico e suas inter-relações com o seu cotidiano, para tanto o texto abaixo trás algumas sugestões de estratégias didáticas que o docente pode utilizar no seu fazer pedagógico, além do que traremos esclarecimentos de sites que permitam o acesso a diversas ferramentas tecnológicas voltadas ao Ensino de Biologia.
Algumas Sugestões de Atividades Práticas direcionadas ao Ensino da Biologia e Sugestões de softwares livres para suporte e atividades utilizando o computador e a Internet
ATIVIDADES PRÁTICAS INCLUSAS NAS AULAS EXPOSITIVAS
(1) Estudo de insetos:
O objetivo deste trabalho é levar o aluno a desenvolver conhecimentos da ciência entomológica, de tal maneira que eles sejam capazes de: (i) Identificar os Arthropda da Classe Insecta mediante suas características morfológicas; (ii) Reconhecer outros grupos de Arthropoda como: Crustáceos (Camarões), Aracnideos (aranhas e escorpiões), Chilopodos (centopéias) e Diplopodos (piolhos de cobras); (iii) Reconhecer as principais ordens dos insetos; (iv) Elaborar uma pequena coleção entomológica com os insetos representantes das ordens estudadas; (v) Confeccionar um pequeno livro explicando as características dos insetos e sua importância e descrevendo os insetos coletados, destacando seu papel no meio ambiente; (vi) Compreender o papel dos insetos no equilíbrio ambiental; (vii) Identificar a importância dos insetos pelos benefícios e transtornos que podem causar ao homem, aos animais domésticos e às plantas; (viii) Despertar a curiosidade para investigar um fenômeno envolvendo insetos com repercussão na vida humana.
(2) Origami no ensino de Ciências (construção de dioramas):
A confecção de animais e plantas e sua organização em dioramas permitem ao aluno explorar as relações entre fauna e flora em um ambiente ou a evolução destas ao longo do tempo. Os alunos irão pesquisar para a elaboração de um determinado diorama (floresta, pântano, rio, oceano, lago, etc), quais as características gerais e específicas do ambiente que se deseja reproduzir e levantar dados acerca das condições climáticas predominantes, os tipos de animais que estão nele relacionados, a vegetação que os acolhe; onde estão localizados cada um desses ambientes, entre outros. É uma excelente ferramenta para motivar a discussão sobre diferentes habitats; as relações entre predador e presas; entre animais de diferentes grupos em associações; aspectos de cadeias alimentares, entre outros. Os alunos podem explorar os animais que confeccionar para analisar as semelhanças e diferenças destes com os animais reais, ampliando seu senso de observação e percepção de detalhes, de proporcionalidade e sua capacidade de estabelecer conclusões a partir daquilo que observa e registra.
(3) Construção de Modelos Anatômicos e Simulação de Processos Biológicos a partir de Materiais Reutilizáveis:
A oficina tem por objetivo apresentar técnicas de ensino que se utilizam da reciclagem e do reaproveitamento de matérias para construção de materiais didáticos pelos próprios alunos, com o propósito de estimular o professor a sempre encontrar uma maneira de tornar práticos os conteúdos escolares. A construção pelo próprio aluno permite uma aproximação mais real com o conteúdo, visto que o aluno manipula as peças, ordena a seqüência das estruturas e faz suas devidas ligações. Além disso, a técnica apresentada é de baixo custo e pode ser desenvolvida mesmo que a escola disponha de poucos recursos financeiros; ressaltando a importância do reaproveitamento e da reciclagem de materiais atualmente, principalmente no que se refere ao processo de formação de cidadãos com posturas éticas diante de nossas problemáticas.
(4) Desenvolvendo conhecimento com material botânico.
Através de atividades práticas os alunos serão levados a: 1) identificar os diferentes grupos de organismos fotossintetizantes; 2) reconhecer as algas verdes, vermelhas e pardas mais comuns da região; 3) reconhecer as partes que compõem uma samambaia; 4) reconhecer as estruturas reprodutoras de um esporófito de uma samambaia; 5) reconhecer os componentes de uma flor completa e suas respectivas funções; 6) aprender as técnicas adequadas de coleta, fixação e herborização de macroalgas, pteridófitas e angiospermas; 7) preparar uma coleção didática para uso em salas de aula; 8) discutir a importância de conhecer, entender e preservar a biodiversidade.]
Trabalhos com textos diversos
(5) Trabalho com textos
O trabalho teve início com a apresentação da proposta e do livro “Gente, bicho, planta: o mundo me encanta” de Ana Maria Machado (1984). O conto “Um problema chamado coiote” deve ser lido pela professora, mais de uma vez, as ilustrações podem ser mostradas a cada página. Finda a leitura, construiu-se na lousa a teia alimentar que é o cerne da história, a partir das indicações dadas pelos alunos. Juntos, professora e alunos classificaram os níveis tróficos dos seres vivos da teia e listaram uma série de conceitos envolvidos na história como consumidor primário, desequilíbrio ambiental, herbívoro, entre outros. É importante notar que esses conceitos fazem parte do conteúdo específico de ciências, mas não eram mencionados explicitamente na história.
Teia alimentares é o conteúdo específico de ciências deste trabalho. Trabalhar com um conteúdo de ciências no qual os alunos apresentam certo domínio deve ser uma escolha proposital, uma vez que o foco do trabalho da escrita do texto informativo do tipo causa e efeito e não o aprofundamento dos conceitos de ecologia, embora eles sejam necessários e utilizados o tempo todo.
O uso dos diferentes conceitos de ciências no entendimento do texto original, na produção do texto informativo, na discussão e revisão com os colegas proporciona oportunidades de auto-regulação do processo de aprendizagem dos alunos..
Alguns pontos importantes a serem destacados: “Como deve ter início um texto informativo de ciências?”, “que informações devem constar?”, “qual o vocabulário mais indicado?”, “que palavras ressaltam as relações de causa e efeito?”
Os alunos precisaram usar os conceitos aprendidos para escrever um texto apropriado, tem que interpretar várias situações da narrativa de uma nova maneira, a partir do ponto de vista da Ciência. Durante o momento de leitura inicial os alunos podem fazer comentários como: “Ah, isso quer dizer carnívoro” ou “Essa é uma situação de desequilíbrio”; evidenciando o reconhecimento dos conceitos ecológicos em uma nova situação e num tipo de texto diferente dos utilizados usualmente em Sanmarti (1997) salienta ainda que ensinar a ler, falar e escrever textos científicos é uma necessidade das aulas de ciências e não apenas pelas características textuais específicas, mas porque um texto científico somente é válido se aquilo que se diz faz sentido a partir da própria ciência.
Entre as características de textos da área de ciências naturais destacamos:
• Intenção informativa e expositiva.
• trama descritiva,
• vocabulário preciso e formal,
• linguagem objetiva,
• uso de verbos na terceira pessoa,
• predomínio de orações enunciativas.
Endereços de sites diversos
(6) Algumas Sugestões de Endereços de Softwares Livres para trabalhos com recursos tecnológicos voltados as aulas de Ciências:
Uso de Mapas na Web como recurso didático
Com a ampla utilização de mapas na web 2.0, tanto para localizar algum endereço como para viajar a algumas cidades sem sair do próprio navegador, com os novos recursos do Google Maps, bem como navegar no espaço com SKY para conhecer um pouco mais sobre o sistema solar, as constelações, entre outros, é possível pensar na utilização desses recursos como recursos didáticos para as áreas de Geografia, Física e Astronomia do ensino fundamental e médio.
Experimentos virtuais gratuitos para uso em sala de aula
Projeto da Universidade do Colorado em Boulder disponibiliza gratuitamente simulações de física, matemática e química para serem incorporadas por professores em suas aulas. Muitas estão em português e podem ser salvas para serem usadas sem conexão com a internet.
Espaços de Difusão Científica atendem Escolas
Espaços para divulgação científica da ciência e popularização do conhecimento de forma lúdica e acessível visam aproximar o público leigo do mundo científico sem o rigor acadêmico de livros e artigos de divulgação. A partir destes espaços, os alunos podem interagir com os experimentos, fazendo descobertas por si só. Vários estados disponibilizam museus interativos com este foco.
Website disponibiliza materiais didáticos online
O website Domínio Educação, disponibilizado pela UOL, possui um acervo composto por diversos conteúdos referentes às disciplinas curriculares de ensino fundamental e médio, que podem auxiliar alunos os alunos em suas atividades escolares e professores na apresentação de temas diversificados no trabalho em sala de aula.
Projeto de Ensino de Ciências disponibiliza livro na Internet
Projeto "ABC na Educação Científica - a Mão na Massa" disponibiliza na Web, por meio do Centro de Divulgação Científica e Cultural da USP, o livro "Ensinar Ciências na Escola: da educação infantil à quarta série", em formato PDF. A obra é destinada à educação infantil e primeiras quartas séries do ensino fundamental e tem por objetivo subsidiar os professores em diversos temas do ensino de ciências em sala de aula.
Portal oferece cursos gratuitos e materiais didáticos para educadores
Portal Klickeducação disponibiliza a Escola do Professor, que abrange um conjunto de cursos gratuitos, totalmente à distância, direcionados à formação de educadores. Através de um cadastro prévio, o professor tem acesso a todo o material, apostilas, matérias e artigos. Ao término de cada módulo, o professor é avaliado para que possa receber o certificado através da agência dos correios.
Tese demonstra: quadrinhos podem ser utilizados no ensino de Ciências Naturais Pesquisadora da área de Ensino de Biociências e Saúde da Fundação Oswaldo Cruz, analisa as potencialidades das histórias em quadrinhos escritas por Maurício de Sousa, enquanto subsídios didáticos que despertam o interesse e a compreensão de alunos do Ensino Fundamental em diversas áreas do conhecimento.
Superinteressante disponibiliza arquivo de textos para consultas online A revista Superinteressante oferece todo o seu arquivo de textos, gratuitamente, pela Internet. Mais de doze mil páginas de suas edições, publicadas nos últimos vinte anos, estão disponíveis para consulta e leitura através do web site, além de fórum para discussão dos temas abordados nas revistas.
Simulações Virtuais para o Ensino de Ciências
Programas que ilustram experimentos com os quais se podem fazer demonstrações e simulações estão disponíveis na Internet gratuitamente, no site do MEC, no projeto RIVED.
EXPERIMENTOS
(7) Experimento: produção de oxigênio pelas plantas
Material:
• ramo de Elodea sp;
• funil de vidro;
• tubo de ensaio;
• bicarbonato de sódio;
• cuba de vidro;
• lâmpada incandescente de 150W;
• caixa de fósforos de segurança;
• arame fino;
• suporte universal (opcional);
• lápis marcador;
• Água.
Montagem e procedimento:
1. Dissolva o bicarbonato de sódio em água, na proporção de 15g por litro;
2. Coloque a água com o bicarbonato de sódio em uma cuba de vidro;
3. Mergulhe os ramos de Elodea sp na água e cubra-os com um funil de vidro invertido, de modo que o mesmo fique completamente submerso;
4. Faça pequenos ganchos com o arame, para fixar o funil a mais ou menos 1cm do fundo da cuba;
5. Encha o tudo de ensaio, com a mesma água da cuba, tape-o com o dedo e inverta-o sobre o tubo do funil (muito cuidado para não entrar ar neste processo);
6. Caso haja necessidade, prenda o tubo de ensaio em com ajuda de um suporte universal, para que o mesmo fique em posição vertical;
7. Marque o nível inicial do ar dentro do tubo de ensaio
8. Coloque o conjunto sob a fonte luminosa (a lâmpada de 150W);
9. Faça observações a cada hora;
10. Depois de algumas horas, pelo menos 4 horas, quando o nível da água estiver baixo, tape, com o dedo o tudo de ensaio. Acenda um palito de fósforo, deixe queimar um pouco, e sopre para apagar a chama, mas deixe uma estilha de madeira em brasa. Gire o tudo de ensaio, retire o dedo da boca do tubo e introduza a brasa do palito de fósforo no tubo rapidamente.
(8) Prática: produção de amido nas folhas
Material:
• Lugol;
• Papel alumínio;
• Cuba de vidro;
• Um receptáculo para ferver água;
• Bico de Bunsen;
• Tripé de ferro;
• Um gerânio (Pelargonium sp);
• Água;
• Álcool (70%).
Procedimento:
1. Cubra parcialmente uma folha do gerânio e deixe a planta exposta ao Sol por cerda de dois dias inteiros;
2. Arranque do gerânio a folha coberta e uma folha descoberta;
3. Mergulhe as duas folhas em água fervente por alguns segundos;
4. Mergulhe as folhas em álcool, aquecido em banho-maria (não exponha o álcool diretamente ao fogo, pois é inflamável), até que o mesmo fique esverdeado;
5. Retire as folhas, espere um pouco, para que o álcool seque, e goteje lugol nas folhas.
6. Observe e anote os resultados;
(9) Observação das Células na Epiderme da cebola
(10)Núcleo Célula
REFERÊNCIAS E FONTES DE PESQUISA
LEHNINGER, A. L; NELSON, D. L.; COX, M. M. Princípios de bioquímica. 2a. edição. São Paulo: Savier, 1995.
LOPES1, P. C. Ensino dirigido de biologia: Botânica: 2o. Grau. 2a. edição. São Paulo: Nacional, 1978.
LOPES2, S. Bio: volume único. São Paulo: Saraiva, 2002.
MACAHDO2, S. Biologia para o Ensino Médio: volume único. São Paulo: Scipione, 2003 (Coleção De olho no mundo do trabalho)
SILVA, M. C. M da; SASSI, R. C. P.; DINIZ, T. M. Práticas de Biologia. João Pessoa: CEFET-PB, 2000.
WANDERLEY, S. B. de S. Manual de experiências laboratoriais. Treinamento de Professores de Ciências Promovido pelo Governo do Estado da Paraíba, Pombal, 2002.
Profª Rita Patrícia Almeida de Oliveira
Doutorando em Enso das Ciências - UFRPE
Entendemos que um dos principais focos do Estudo da biologia é compreender o mundo, os seres vivos e suas relações. O professor das Ciências Naturais deve buscar alternativas didáticas que possam proporcionar ao educando aulas práticas que busquem o desenvolvimento de competências básicas a construção do conhecimento científico e suas inter-relações com o seu cotidiano, para tanto o texto abaixo trás algumas sugestões de estratégias didáticas que o docente pode utilizar no seu fazer pedagógico, além do que traremos esclarecimentos de sites que permitam o acesso a diversas ferramentas tecnológicas voltadas ao Ensino de Biologia.
Algumas Sugestões de Atividades Práticas direcionadas ao Ensino da Biologia e Sugestões de softwares livres para suporte e atividades utilizando o computador e a Internet
ATIVIDADES PRÁTICAS INCLUSAS NAS AULAS EXPOSITIVAS
(1) Estudo de insetos:
O objetivo deste trabalho é levar o aluno a desenvolver conhecimentos da ciência entomológica, de tal maneira que eles sejam capazes de: (i) Identificar os Arthropda da Classe Insecta mediante suas características morfológicas; (ii) Reconhecer outros grupos de Arthropoda como: Crustáceos (Camarões), Aracnideos (aranhas e escorpiões), Chilopodos (centopéias) e Diplopodos (piolhos de cobras); (iii) Reconhecer as principais ordens dos insetos; (iv) Elaborar uma pequena coleção entomológica com os insetos representantes das ordens estudadas; (v) Confeccionar um pequeno livro explicando as características dos insetos e sua importância e descrevendo os insetos coletados, destacando seu papel no meio ambiente; (vi) Compreender o papel dos insetos no equilíbrio ambiental; (vii) Identificar a importância dos insetos pelos benefícios e transtornos que podem causar ao homem, aos animais domésticos e às plantas; (viii) Despertar a curiosidade para investigar um fenômeno envolvendo insetos com repercussão na vida humana.
(2) Origami no ensino de Ciências (construção de dioramas):
A confecção de animais e plantas e sua organização em dioramas permitem ao aluno explorar as relações entre fauna e flora em um ambiente ou a evolução destas ao longo do tempo. Os alunos irão pesquisar para a elaboração de um determinado diorama (floresta, pântano, rio, oceano, lago, etc), quais as características gerais e específicas do ambiente que se deseja reproduzir e levantar dados acerca das condições climáticas predominantes, os tipos de animais que estão nele relacionados, a vegetação que os acolhe; onde estão localizados cada um desses ambientes, entre outros. É uma excelente ferramenta para motivar a discussão sobre diferentes habitats; as relações entre predador e presas; entre animais de diferentes grupos em associações; aspectos de cadeias alimentares, entre outros. Os alunos podem explorar os animais que confeccionar para analisar as semelhanças e diferenças destes com os animais reais, ampliando seu senso de observação e percepção de detalhes, de proporcionalidade e sua capacidade de estabelecer conclusões a partir daquilo que observa e registra.
(3) Construção de Modelos Anatômicos e Simulação de Processos Biológicos a partir de Materiais Reutilizáveis:
A oficina tem por objetivo apresentar técnicas de ensino que se utilizam da reciclagem e do reaproveitamento de matérias para construção de materiais didáticos pelos próprios alunos, com o propósito de estimular o professor a sempre encontrar uma maneira de tornar práticos os conteúdos escolares. A construção pelo próprio aluno permite uma aproximação mais real com o conteúdo, visto que o aluno manipula as peças, ordena a seqüência das estruturas e faz suas devidas ligações. Além disso, a técnica apresentada é de baixo custo e pode ser desenvolvida mesmo que a escola disponha de poucos recursos financeiros; ressaltando a importância do reaproveitamento e da reciclagem de materiais atualmente, principalmente no que se refere ao processo de formação de cidadãos com posturas éticas diante de nossas problemáticas.
(4) Desenvolvendo conhecimento com material botânico.
Através de atividades práticas os alunos serão levados a: 1) identificar os diferentes grupos de organismos fotossintetizantes; 2) reconhecer as algas verdes, vermelhas e pardas mais comuns da região; 3) reconhecer as partes que compõem uma samambaia; 4) reconhecer as estruturas reprodutoras de um esporófito de uma samambaia; 5) reconhecer os componentes de uma flor completa e suas respectivas funções; 6) aprender as técnicas adequadas de coleta, fixação e herborização de macroalgas, pteridófitas e angiospermas; 7) preparar uma coleção didática para uso em salas de aula; 8) discutir a importância de conhecer, entender e preservar a biodiversidade.]
Trabalhos com textos diversos
(5) Trabalho com textos
O trabalho teve início com a apresentação da proposta e do livro “Gente, bicho, planta: o mundo me encanta” de Ana Maria Machado (1984). O conto “Um problema chamado coiote” deve ser lido pela professora, mais de uma vez, as ilustrações podem ser mostradas a cada página. Finda a leitura, construiu-se na lousa a teia alimentar que é o cerne da história, a partir das indicações dadas pelos alunos. Juntos, professora e alunos classificaram os níveis tróficos dos seres vivos da teia e listaram uma série de conceitos envolvidos na história como consumidor primário, desequilíbrio ambiental, herbívoro, entre outros. É importante notar que esses conceitos fazem parte do conteúdo específico de ciências, mas não eram mencionados explicitamente na história.
Teia alimentares é o conteúdo específico de ciências deste trabalho. Trabalhar com um conteúdo de ciências no qual os alunos apresentam certo domínio deve ser uma escolha proposital, uma vez que o foco do trabalho da escrita do texto informativo do tipo causa e efeito e não o aprofundamento dos conceitos de ecologia, embora eles sejam necessários e utilizados o tempo todo.
O uso dos diferentes conceitos de ciências no entendimento do texto original, na produção do texto informativo, na discussão e revisão com os colegas proporciona oportunidades de auto-regulação do processo de aprendizagem dos alunos..
Alguns pontos importantes a serem destacados: “Como deve ter início um texto informativo de ciências?”, “que informações devem constar?”, “qual o vocabulário mais indicado?”, “que palavras ressaltam as relações de causa e efeito?”
Os alunos precisaram usar os conceitos aprendidos para escrever um texto apropriado, tem que interpretar várias situações da narrativa de uma nova maneira, a partir do ponto de vista da Ciência. Durante o momento de leitura inicial os alunos podem fazer comentários como: “Ah, isso quer dizer carnívoro” ou “Essa é uma situação de desequilíbrio”; evidenciando o reconhecimento dos conceitos ecológicos em uma nova situação e num tipo de texto diferente dos utilizados usualmente em Sanmarti (1997) salienta ainda que ensinar a ler, falar e escrever textos científicos é uma necessidade das aulas de ciências e não apenas pelas características textuais específicas, mas porque um texto científico somente é válido se aquilo que se diz faz sentido a partir da própria ciência.
Entre as características de textos da área de ciências naturais destacamos:
• Intenção informativa e expositiva.
• trama descritiva,
• vocabulário preciso e formal,
• linguagem objetiva,
• uso de verbos na terceira pessoa,
• predomínio de orações enunciativas.
Endereços de sites diversos
(6) Algumas Sugestões de Endereços de Softwares Livres para trabalhos com recursos tecnológicos voltados as aulas de Ciências:
Uso de Mapas na Web como recurso didático
Com a ampla utilização de mapas na web 2.0, tanto para localizar algum endereço como para viajar a algumas cidades sem sair do próprio navegador, com os novos recursos do Google Maps, bem como navegar no espaço com SKY para conhecer um pouco mais sobre o sistema solar, as constelações, entre outros, é possível pensar na utilização desses recursos como recursos didáticos para as áreas de Geografia, Física e Astronomia do ensino fundamental e médio.
Experimentos virtuais gratuitos para uso em sala de aula
Projeto da Universidade do Colorado em Boulder disponibiliza gratuitamente simulações de física, matemática e química para serem incorporadas por professores em suas aulas. Muitas estão em português e podem ser salvas para serem usadas sem conexão com a internet.
Espaços de Difusão Científica atendem Escolas
Espaços para divulgação científica da ciência e popularização do conhecimento de forma lúdica e acessível visam aproximar o público leigo do mundo científico sem o rigor acadêmico de livros e artigos de divulgação. A partir destes espaços, os alunos podem interagir com os experimentos, fazendo descobertas por si só. Vários estados disponibilizam museus interativos com este foco.
Website disponibiliza materiais didáticos online
O website Domínio Educação, disponibilizado pela UOL, possui um acervo composto por diversos conteúdos referentes às disciplinas curriculares de ensino fundamental e médio, que podem auxiliar alunos os alunos em suas atividades escolares e professores na apresentação de temas diversificados no trabalho em sala de aula.
Projeto de Ensino de Ciências disponibiliza livro na Internet
Projeto "ABC na Educação Científica - a Mão na Massa" disponibiliza na Web, por meio do Centro de Divulgação Científica e Cultural da USP, o livro "Ensinar Ciências na Escola: da educação infantil à quarta série", em formato PDF. A obra é destinada à educação infantil e primeiras quartas séries do ensino fundamental e tem por objetivo subsidiar os professores em diversos temas do ensino de ciências em sala de aula.
Portal oferece cursos gratuitos e materiais didáticos para educadores
Portal Klickeducação disponibiliza a Escola do Professor, que abrange um conjunto de cursos gratuitos, totalmente à distância, direcionados à formação de educadores. Através de um cadastro prévio, o professor tem acesso a todo o material, apostilas, matérias e artigos. Ao término de cada módulo, o professor é avaliado para que possa receber o certificado através da agência dos correios.
Tese demonstra: quadrinhos podem ser utilizados no ensino de Ciências Naturais Pesquisadora da área de Ensino de Biociências e Saúde da Fundação Oswaldo Cruz, analisa as potencialidades das histórias em quadrinhos escritas por Maurício de Sousa, enquanto subsídios didáticos que despertam o interesse e a compreensão de alunos do Ensino Fundamental em diversas áreas do conhecimento.
Superinteressante disponibiliza arquivo de textos para consultas online A revista Superinteressante oferece todo o seu arquivo de textos, gratuitamente, pela Internet. Mais de doze mil páginas de suas edições, publicadas nos últimos vinte anos, estão disponíveis para consulta e leitura através do web site, além de fórum para discussão dos temas abordados nas revistas.
Simulações Virtuais para o Ensino de Ciências
Programas que ilustram experimentos com os quais se podem fazer demonstrações e simulações estão disponíveis na Internet gratuitamente, no site do MEC, no projeto RIVED.
EXPERIMENTOS
(7) Experimento: produção de oxigênio pelas plantas
Material:
• ramo de Elodea sp;
• funil de vidro;
• tubo de ensaio;
• bicarbonato de sódio;
• cuba de vidro;
• lâmpada incandescente de 150W;
• caixa de fósforos de segurança;
• arame fino;
• suporte universal (opcional);
• lápis marcador;
• Água.
Montagem e procedimento:
1. Dissolva o bicarbonato de sódio em água, na proporção de 15g por litro;
2. Coloque a água com o bicarbonato de sódio em uma cuba de vidro;
3. Mergulhe os ramos de Elodea sp na água e cubra-os com um funil de vidro invertido, de modo que o mesmo fique completamente submerso;
4. Faça pequenos ganchos com o arame, para fixar o funil a mais ou menos 1cm do fundo da cuba;
5. Encha o tudo de ensaio, com a mesma água da cuba, tape-o com o dedo e inverta-o sobre o tubo do funil (muito cuidado para não entrar ar neste processo);
6. Caso haja necessidade, prenda o tubo de ensaio em com ajuda de um suporte universal, para que o mesmo fique em posição vertical;
7. Marque o nível inicial do ar dentro do tubo de ensaio
8. Coloque o conjunto sob a fonte luminosa (a lâmpada de 150W);
9. Faça observações a cada hora;
10. Depois de algumas horas, pelo menos 4 horas, quando o nível da água estiver baixo, tape, com o dedo o tudo de ensaio. Acenda um palito de fósforo, deixe queimar um pouco, e sopre para apagar a chama, mas deixe uma estilha de madeira em brasa. Gire o tudo de ensaio, retire o dedo da boca do tubo e introduza a brasa do palito de fósforo no tubo rapidamente.
(8) Prática: produção de amido nas folhas
Material:
• Lugol;
• Papel alumínio;
• Cuba de vidro;
• Um receptáculo para ferver água;
• Bico de Bunsen;
• Tripé de ferro;
• Um gerânio (Pelargonium sp);
• Água;
• Álcool (70%).
Procedimento:
1. Cubra parcialmente uma folha do gerânio e deixe a planta exposta ao Sol por cerda de dois dias inteiros;
2. Arranque do gerânio a folha coberta e uma folha descoberta;
3. Mergulhe as duas folhas em água fervente por alguns segundos;
4. Mergulhe as folhas em álcool, aquecido em banho-maria (não exponha o álcool diretamente ao fogo, pois é inflamável), até que o mesmo fique esverdeado;
5. Retire as folhas, espere um pouco, para que o álcool seque, e goteje lugol nas folhas.
6. Observe e anote os resultados;
(9) Observação das Células na Epiderme da cebola
(10)Núcleo Célula
REFERÊNCIAS E FONTES DE PESQUISA
LEHNINGER, A. L; NELSON, D. L.; COX, M. M. Princípios de bioquímica. 2a. edição. São Paulo: Savier, 1995.
LOPES1, P. C. Ensino dirigido de biologia: Botânica: 2o. Grau. 2a. edição. São Paulo: Nacional, 1978.
LOPES2, S. Bio: volume único. São Paulo: Saraiva, 2002.
MACAHDO2, S. Biologia para o Ensino Médio: volume único. São Paulo: Scipione, 2003 (Coleção De olho no mundo do trabalho)
SILVA, M. C. M da; SASSI, R. C. P.; DINIZ, T. M. Práticas de Biologia. João Pessoa: CEFET-PB, 2000.
WANDERLEY, S. B. de S. Manual de experiências laboratoriais. Treinamento de Professores de Ciências Promovido pelo Governo do Estado da Paraíba, Pombal, 2002.
Profª Rita Patrícia Almeida de Oliveira
Doutorando em Enso das Ciências - UFRPE
Texto interessante de Celso Antunes
ANTUNES, Celso. Como transformar informações em conhecimento. 4ª edição. Petrópolis, RJ: Vozes, 2003.
O autor enfatiza o pode dos professores de modelar os seus alunos. Para ele, “educar significa modelar o presente e lançar as bases para o futuro”. (ANTUNES, 2003, p. 7)
Ele chama a atenção que para isso o professor precisa de princípios norteadores, considerando que a sala de aula necessita ser a oficina do amanhã.
A proposta do livro é apresentar normas e procedimentos, que em sua visão podem transformar informações em conhecimento.
Assim, partindo da idéia de que vivemos um novo paradigma ele aponta dois aspectos que justificam sua proposta:
Primeiro
• A dimensão que ganha à informação altera o papel da escola e do professor;
• Tais informações precisam ser transformadas em conhecimentos, habilidades, práticas cívicas e, enfim, sabedoria.
Segundo
• Estudo da mente humana e dos meios que utiliza para assimilar conhecimentos e construir relações entre ação do sujeito sobre o mundo
Para Antunes (2003) esses dois aspectos exigem uma nova postura do professor, que de fato deve assumir o papel de medializador entre as informações e os alunos; e entre o espaço escolar e o ato pedagógico.
Nessa perspectiva, ele assinala como missão do professor:
“(...) um novo professor que oriente seus alunos como colher informações, de que forma organizá-las mentalmente, como definir sua hierarquia e, sobretudo, de que maneira transformá-las em conhecimento e, dessa maneira, ampliar suas inteligências”. (ANTUNES, 2003, p. 12)
“(...) se transformar em um analista de símbolos e linguagens, um descobridor de sentidos nas informações e, também, o profissional essencial do despertar das relações interpessoais”. (idem p. 12/13)
Essa missão do professor deve, na visão do autor, devem está presentes na aula e em seguida ele apresenta os nove passos que devem integrar uma aula.
É significativo lembrar que para ele, aula tem um sentido mais amplo e, portanto, não se restringe aos 40 e/ou 50 minutos, mas, ao tempo necessário para dá conta do estudo de uma dada temática e/ou conteúdo.
OS NOVE PASSOS
Passo 1
• Empregar em todas as oportunidades a aprendizagem significativa (David Ausubel)
“(...) é o processo pelo qual uma nova informação se relaciona de maneira arbitrária e substantiva do aprendiz.”(NATUNES, 2003, p. 15)
Para o autor, “(...) o professor necessita ser um atento pesquisador dos saberes que o aluno possui (...) e fazer dos mesmos ‘ganchos’ para os temas que ensina”.(ANTUNES, 2003, p. 17)
Na verdade, “As ideias-âncora com as quais deve o professor organizar os ensinamentos de seus alunos deveriam vir de seu próprio universo vocabular, da linguagem com que expressam seus sonhos, inquietações, experiências e alegrias”. (ANTUNES, 2003, p. 17)
Passo 2
• Uso (aulas e provas) das habilidades operatórias
“A aprendizagem se organiza de uma maneira mais completa no cérebro de uma pessoa quando solicita que ação sobre o conhecimento e esta se manifesta mais organizada quando atravessa diferentes habilidades operatórias”. (ANTUNES, 2003, p. 18)
Ou seja, chama a atenção para a relação:
ALUNO DISCUSSÃO (Outros/Consigo mesmo) CONCEITOS
“O professor, ao invés de dar a matéria expondo oralmente o saber como uma propriedade pessoal que se transfere, deve ao contrário organizar o trabalho dos alunos, como um facilitador, explicando, propondo habilidades diferentes e desse modo levando o aluno a se construir como agente de sua própria aprendizagem.” (ANTUNES, 2003, p. 19)
Passo 3
Re+Leitura das informações através do manejo consciente do universo vocabular do estudante. Pensar é agir sobre o objeto e transformá-lo.
Releitura
“(...) significa a decomposição do texto, um verdadeiro mastigar de cada palavra, para que se compreendam as idéias que abriga e sua hierarquia, as sintaxes que propõe e sua harmonia, as emoções que desperta e a inevitável associação que essa leitura trás a tudo quanto sabemos e conhecemos.” (ANTUNES, 2003, p. 22)
“Toda releitura deve se constituir em um estímulo à dúvida, um desenvolvimento do raciocínio intuitivo e dedutivo, uma exploração de caráter convergente ou divergente”.(ANTUNES, 2003, p. 23)
Passo 5
A eleição dos macroobjetivos de cada capítulo ou eixo temático
“(...) com criticidade e consciência, eleja entre tantos tópicos os mais significativos para a pessoa do aluno, no ambiente em que vive.” (ANTUNES, 2003, p. 24)
“O professor (...) conhecendo esse aluno e sua circunstância, selecionar (...) [o] que é imprescindível, separando-o do que é interessante; a que é útil e prática, da que é apenas curiosa e transitória”.(ANTUNES, 2003, p. 24)
Professor OBJETIVOS ESSENCIAIS QUE BUSCA ALCANÇAR
Passo 6
A contextualização espacial e temporal de todos os temas trabalhados
“(...) explorar em todas as aulas as contextualizações, fazendo com que o aluno aprenda o distante com incontestável associação ao próximo; que perceba que sua realidade e a realidade de seu meio é o cenário onde se aplicam os fundamentos aprendidos em outros ambientes ou em outros tempos”.(ANTUNES, 2003, p. 27)
“Inútil pensar que esses processos existam prontos em algum lugar para o uso do professor. É essencial que este, conhecendo seus alunos, para e com seus alunos, descubra e construa os exemplos das contextualizações que proporá.” (ANTUNES, 2003, p. 27)
Passo 7
O uso na sala de aula dos princípios da reversibilidade (do começo ao fim e do fim ao começo) e da divergência (pensamento divergente e convergente)
“Todo ato pedagógico requer a mentalidade aberta, a atitude investigativa, o desenvolvimento da capacidade de problematizar mais que de responder, o desafio à dúvida do aluno e nesse caminhar é sempre muito importante o uso da reversibilidade”.(ANTUNES, 2003, p. 28)
Pensamento Convergente
• Aquele que reúne diferentes idéias em torno de um fato
Pensamento Divergente
• Utiliza-se do fato para explorar diferentes idéias
Passo 8
Uma avaliação pelo ótimo
“(...) a aprendizagem se constrói não por acúmulo inatista, mas por maleabilidade na maneira de encarar um problema e pensar soluções”.(ANTUNES, 2003, p. 30)
“O único paradigma de uma avaliação consciente é o progresso que o aluno revela no uso de conexões, no emprego de habilidades, no poder de construir novas contextualizações, na sensibilidade para perceber linguagens diferentes”.(ANTUNES, 2003, p. 30)
AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO
• PERMANENTE
• APRESENTA CARÁTER DIAGNÓSTICO
“O acompanhamento do aluno necessita estar centralizado nele mesmo, e seu portfólio registra os passos efetivos de seu progresso”.(ANTUNES, 2003, p. 31)
Distância (VIGOTSKY)
Nível de conhecimento do aluno (independente)
Nível de desenvolvimento e sua capacidade (Orientado)
Passo 9
O uso de estratégias pedagógica empolgantes e diversificada
“É importante que o professor conheça outras estratégias de ensino e saiba alterná-las com a aula expositiva”.(Antunes, 2003, P. 32)
Silvana Moura da Silva
O autor enfatiza o pode dos professores de modelar os seus alunos. Para ele, “educar significa modelar o presente e lançar as bases para o futuro”. (ANTUNES, 2003, p. 7)
Ele chama a atenção que para isso o professor precisa de princípios norteadores, considerando que a sala de aula necessita ser a oficina do amanhã.
A proposta do livro é apresentar normas e procedimentos, que em sua visão podem transformar informações em conhecimento.
Assim, partindo da idéia de que vivemos um novo paradigma ele aponta dois aspectos que justificam sua proposta:
Primeiro
• A dimensão que ganha à informação altera o papel da escola e do professor;
• Tais informações precisam ser transformadas em conhecimentos, habilidades, práticas cívicas e, enfim, sabedoria.
Segundo
• Estudo da mente humana e dos meios que utiliza para assimilar conhecimentos e construir relações entre ação do sujeito sobre o mundo
Para Antunes (2003) esses dois aspectos exigem uma nova postura do professor, que de fato deve assumir o papel de medializador entre as informações e os alunos; e entre o espaço escolar e o ato pedagógico.
Nessa perspectiva, ele assinala como missão do professor:
“(...) um novo professor que oriente seus alunos como colher informações, de que forma organizá-las mentalmente, como definir sua hierarquia e, sobretudo, de que maneira transformá-las em conhecimento e, dessa maneira, ampliar suas inteligências”. (ANTUNES, 2003, p. 12)
“(...) se transformar em um analista de símbolos e linguagens, um descobridor de sentidos nas informações e, também, o profissional essencial do despertar das relações interpessoais”. (idem p. 12/13)
Essa missão do professor deve, na visão do autor, devem está presentes na aula e em seguida ele apresenta os nove passos que devem integrar uma aula.
É significativo lembrar que para ele, aula tem um sentido mais amplo e, portanto, não se restringe aos 40 e/ou 50 minutos, mas, ao tempo necessário para dá conta do estudo de uma dada temática e/ou conteúdo.
OS NOVE PASSOS
Passo 1
• Empregar em todas as oportunidades a aprendizagem significativa (David Ausubel)
“(...) é o processo pelo qual uma nova informação se relaciona de maneira arbitrária e substantiva do aprendiz.”(NATUNES, 2003, p. 15)
Para o autor, “(...) o professor necessita ser um atento pesquisador dos saberes que o aluno possui (...) e fazer dos mesmos ‘ganchos’ para os temas que ensina”.(ANTUNES, 2003, p. 17)
Na verdade, “As ideias-âncora com as quais deve o professor organizar os ensinamentos de seus alunos deveriam vir de seu próprio universo vocabular, da linguagem com que expressam seus sonhos, inquietações, experiências e alegrias”. (ANTUNES, 2003, p. 17)
Passo 2
• Uso (aulas e provas) das habilidades operatórias
“A aprendizagem se organiza de uma maneira mais completa no cérebro de uma pessoa quando solicita que ação sobre o conhecimento e esta se manifesta mais organizada quando atravessa diferentes habilidades operatórias”. (ANTUNES, 2003, p. 18)
Ou seja, chama a atenção para a relação:
ALUNO DISCUSSÃO (Outros/Consigo mesmo) CONCEITOS
“O professor, ao invés de dar a matéria expondo oralmente o saber como uma propriedade pessoal que se transfere, deve ao contrário organizar o trabalho dos alunos, como um facilitador, explicando, propondo habilidades diferentes e desse modo levando o aluno a se construir como agente de sua própria aprendizagem.” (ANTUNES, 2003, p. 19)
Passo 3
Re+Leitura das informações através do manejo consciente do universo vocabular do estudante. Pensar é agir sobre o objeto e transformá-lo.
Releitura
“(...) significa a decomposição do texto, um verdadeiro mastigar de cada palavra, para que se compreendam as idéias que abriga e sua hierarquia, as sintaxes que propõe e sua harmonia, as emoções que desperta e a inevitável associação que essa leitura trás a tudo quanto sabemos e conhecemos.” (ANTUNES, 2003, p. 22)
“Toda releitura deve se constituir em um estímulo à dúvida, um desenvolvimento do raciocínio intuitivo e dedutivo, uma exploração de caráter convergente ou divergente”.(ANTUNES, 2003, p. 23)
Passo 5
A eleição dos macroobjetivos de cada capítulo ou eixo temático
“(...) com criticidade e consciência, eleja entre tantos tópicos os mais significativos para a pessoa do aluno, no ambiente em que vive.” (ANTUNES, 2003, p. 24)
“O professor (...) conhecendo esse aluno e sua circunstância, selecionar (...) [o] que é imprescindível, separando-o do que é interessante; a que é útil e prática, da que é apenas curiosa e transitória”.(ANTUNES, 2003, p. 24)
Professor OBJETIVOS ESSENCIAIS QUE BUSCA ALCANÇAR
Passo 6
A contextualização espacial e temporal de todos os temas trabalhados
“(...) explorar em todas as aulas as contextualizações, fazendo com que o aluno aprenda o distante com incontestável associação ao próximo; que perceba que sua realidade e a realidade de seu meio é o cenário onde se aplicam os fundamentos aprendidos em outros ambientes ou em outros tempos”.(ANTUNES, 2003, p. 27)
“Inútil pensar que esses processos existam prontos em algum lugar para o uso do professor. É essencial que este, conhecendo seus alunos, para e com seus alunos, descubra e construa os exemplos das contextualizações que proporá.” (ANTUNES, 2003, p. 27)
Passo 7
O uso na sala de aula dos princípios da reversibilidade (do começo ao fim e do fim ao começo) e da divergência (pensamento divergente e convergente)
“Todo ato pedagógico requer a mentalidade aberta, a atitude investigativa, o desenvolvimento da capacidade de problematizar mais que de responder, o desafio à dúvida do aluno e nesse caminhar é sempre muito importante o uso da reversibilidade”.(ANTUNES, 2003, p. 28)
Pensamento Convergente
• Aquele que reúne diferentes idéias em torno de um fato
Pensamento Divergente
• Utiliza-se do fato para explorar diferentes idéias
Passo 8
Uma avaliação pelo ótimo
“(...) a aprendizagem se constrói não por acúmulo inatista, mas por maleabilidade na maneira de encarar um problema e pensar soluções”.(ANTUNES, 2003, p. 30)
“O único paradigma de uma avaliação consciente é o progresso que o aluno revela no uso de conexões, no emprego de habilidades, no poder de construir novas contextualizações, na sensibilidade para perceber linguagens diferentes”.(ANTUNES, 2003, p. 30)
AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO
• PERMANENTE
• APRESENTA CARÁTER DIAGNÓSTICO
“O acompanhamento do aluno necessita estar centralizado nele mesmo, e seu portfólio registra os passos efetivos de seu progresso”.(ANTUNES, 2003, p. 31)
Distância (VIGOTSKY)
Nível de conhecimento do aluno (independente)
Nível de desenvolvimento e sua capacidade (Orientado)
Passo 9
O uso de estratégias pedagógica empolgantes e diversificada
“É importante que o professor conheça outras estratégias de ensino e saiba alterná-las com a aula expositiva”.(Antunes, 2003, P. 32)
Silvana Moura da Silva
A química do Amor
A química do amor!
adaptado do livro: Química Integral - Martha Reis - Editora FTP - 1993 - pág. 379-380
Violência, miséria, injustiças. O que torna a vida tão bonita, tão desejada apesar disso tudo? Não há a menor dúvida: é o amor... Pela lente do amor as pessoas enxergam um mundo mais florido, repleto de possibilidades de dar certo. O amor é plenitude, é êxtase. Quando uma pessoa está amando ela se torna mais gentil, alegre, adquire um ar sonhador e vive rindo à toa. O problema é que se o amor não for bem administrado, ele pode levar a pessoa a atitudes "quase" ridículas.
É justamente isso que tem feito muita gente resistir aos seus encantos. Há até os que desprezam totalmente (provavelmente por medo de se expor). Acham tudo muito embaraçoso e indesejável.
Afinal, uma pessoa que se dá o respeito não pode viver pelos cantos suspirando por alguém que a faz gaguejar e ficar rubro quando está por perto. Isso sem contar os outros sintomas: mãos suando, coração palpitando, respiração pesada, olhar perdido (tipo "peixe morto"). Muito constrangedor!... Afinal o amor não tem nada a ver com Química, certo? Errado! O AMOR É QUÍMICA! Todos os sintomas descritos acima são causados por um fluxo de substâncias químicas fabricadas no corpo da pessoa apaixonada. Entre essas substâncias estão a feniletilamina, a epinefrina (adrenalina), a norepinefrina (noradrenalina), a dopamina, a oxitocina, a serotonina e as endorfinas. Achou que são muitos nomes? Mas sem eles você não se apaixonaria.
A ação de algumas delas é muito semelhante à ação dos narcóticos, o que explica de certa forma a oscilação entre sentimentos contraditórios como euforia e depressão, característica comum a drogados e apaixonados. A ciência ainda não sabe explicar o que desencadeia o processo químico da paixão.
Como acontece com toda anfetamina, porém, com o passar do tempo o organismo vai se acostumando e adquirindo resistência. Passa a necessitar de doses cada vez maiores para provocar o mesmo frenesí do início. Após três ou quatro anos o delírio que você sentia já se esvaeceu por completo. Neste estágio bye, bye...
Se suportarem a falta de emoções intensas e decidirem continuar juntos, o cérebro passará a aumentar gradualmente a produção de endorfinas. As endorfinas atuam como calmante, são analgésicos naturais e proporcionam sentimentos de segurança, paz e tranquilidade. Quem diria, hein? A diferença entre uma paixão torrencial e um amor maduro é simplesmente uma questão de liberar a substância certa! A oxitocina também desempenha um papel importante em nossa vida amorosa. Trata-se de um hormônio produzido na hipófise (uma glândula situada no cérebro) cujas funções principais são: sensibilizar os nervos e simular contrações musculares (a secreção de oxitocina é o que leva ao clímax no ato sexual). Além disso, esse hormônio estimula as contrações uterinas da mulher durante parto, leva a liberação de leite e parece que induz as mães a acariciarem e cheirarem seus bebês.
E você nem sabia que a química é responsável por tudo isso? Acredite isso também pode acontecer com você.
Pelo menos assim você vai parar de fazer cara feia quando ouvir falar de química. Lembre-se sem ela você não sentiria sensações tão maravilhosas como essa. Leia mais sobre química, apaixone-se, dê essa chance ao seu coração, dê essa chance a sua vida, vale a pena!
Abraços!
adaptado do livro: Química Integral - Martha Reis - Editora FTP - 1993 - pág. 379-380
Violência, miséria, injustiças. O que torna a vida tão bonita, tão desejada apesar disso tudo? Não há a menor dúvida: é o amor... Pela lente do amor as pessoas enxergam um mundo mais florido, repleto de possibilidades de dar certo. O amor é plenitude, é êxtase. Quando uma pessoa está amando ela se torna mais gentil, alegre, adquire um ar sonhador e vive rindo à toa. O problema é que se o amor não for bem administrado, ele pode levar a pessoa a atitudes "quase" ridículas.
É justamente isso que tem feito muita gente resistir aos seus encantos. Há até os que desprezam totalmente (provavelmente por medo de se expor). Acham tudo muito embaraçoso e indesejável.
Afinal, uma pessoa que se dá o respeito não pode viver pelos cantos suspirando por alguém que a faz gaguejar e ficar rubro quando está por perto. Isso sem contar os outros sintomas: mãos suando, coração palpitando, respiração pesada, olhar perdido (tipo "peixe morto"). Muito constrangedor!... Afinal o amor não tem nada a ver com Química, certo? Errado! O AMOR É QUÍMICA! Todos os sintomas descritos acima são causados por um fluxo de substâncias químicas fabricadas no corpo da pessoa apaixonada. Entre essas substâncias estão a feniletilamina, a epinefrina (adrenalina), a norepinefrina (noradrenalina), a dopamina, a oxitocina, a serotonina e as endorfinas. Achou que são muitos nomes? Mas sem eles você não se apaixonaria.
A ação de algumas delas é muito semelhante à ação dos narcóticos, o que explica de certa forma a oscilação entre sentimentos contraditórios como euforia e depressão, característica comum a drogados e apaixonados. A ciência ainda não sabe explicar o que desencadeia o processo químico da paixão.
Como acontece com toda anfetamina, porém, com o passar do tempo o organismo vai se acostumando e adquirindo resistência. Passa a necessitar de doses cada vez maiores para provocar o mesmo frenesí do início. Após três ou quatro anos o delírio que você sentia já se esvaeceu por completo. Neste estágio bye, bye...
Se suportarem a falta de emoções intensas e decidirem continuar juntos, o cérebro passará a aumentar gradualmente a produção de endorfinas. As endorfinas atuam como calmante, são analgésicos naturais e proporcionam sentimentos de segurança, paz e tranquilidade. Quem diria, hein? A diferença entre uma paixão torrencial e um amor maduro é simplesmente uma questão de liberar a substância certa! A oxitocina também desempenha um papel importante em nossa vida amorosa. Trata-se de um hormônio produzido na hipófise (uma glândula situada no cérebro) cujas funções principais são: sensibilizar os nervos e simular contrações musculares (a secreção de oxitocina é o que leva ao clímax no ato sexual). Além disso, esse hormônio estimula as contrações uterinas da mulher durante parto, leva a liberação de leite e parece que induz as mães a acariciarem e cheirarem seus bebês.
E você nem sabia que a química é responsável por tudo isso? Acredite isso também pode acontecer com você.
Pelo menos assim você vai parar de fazer cara feia quando ouvir falar de química. Lembre-se sem ela você não sentiria sensações tão maravilhosas como essa. Leia mais sobre química, apaixone-se, dê essa chance ao seu coração, dê essa chance a sua vida, vale a pena!
Abraços!
Qualis em Ciências
Aqui você encontra algumas revistas com seu respectivo Qualis.
Ciências e Educação
Acesso em: 12/08/2010
Endereço: http://www2.fc.unesp.br/cienciaeeducacao/
PRÁTICAS DE AVALIAÇÃO DE PROFESSORES DE CIÊNCIAS FÍSICO-QUÍMICAS DO ENSINO BÁSICO
Physics and Chemistry Middle School teacher’s assessment practices Marisa Sofia Monteiro Correia, Ana Maria Martins Silva Freire
EPISTEMOLOGIA EM SALA DE AULA: A NATUREZA DA CIÊNCIA E DA ATIVIDADE CIENTÍFICA NA PRÁTICA PROFISSIONAL DE PROFESSORES DE CIÊNCIAS
Epistemology in classrooms: science and scientific activity’s nature in science teachers’ professional practice
Maura Ventura Chinelli, Marcus Vinicius Silva Ferreira e Luiz Edmundo Vargas Aguiar
DISCURSOS DE LICENCIANDOS EM FÍSICA SOBRE A QUESTÃO NUCLEAR NO ENSINO MÉDIO: FOCO NA ABORDAGEM HISTÓRICA
Future physics teachers discourses about nuclear issues in High School: a focus on a historical approach
Thirza Pavan Sorpreso e Maria José Pereira Monteiro de Almeida
APLICACIÓN DEL MODELO DE STHEPEN TOULMIN A LA EVOLUCIÓN CONCEPTUAL DEL SISTEMA CIRCULATORIO: PERSPECTIVAS DIDÁCTICAS
Application of the Stephen Toulmin’s model to the circulatory system’s conceptual evolution: didactical perspectives
Manuel Uribe, Mario Quintanilla, Mercé Izquierdo i Aymerich, Nuria Solsona i Pairós
OS DISCURSOS DA COMUNIDADE DISCIPLINAR DE ENSINO DE BIOLOGIA: CIRCULAÇÃO EM MÚLTIPLOS CONTEXTOS
Biology Education Discourses: circulation in multiple contexts
Flávia Busnardo e Alice Casimiro Lopes
A PERCEPÇÃO DE PROFESSORES E ESTUDANTES SOBRE A SALA DE AULA DE ENSINO SUPERIOR: EXPECTATIVAS E CONSTRUÇÃO DE RELAÇÕES NO CURSO DE QUÍMICA DA UFMG
Teachers and the students’ perception about College classrooms: expectations and relations construction in the UFMG Chemistry Undergraduate Program
Ana Luiza Quadros et al.
UM PANORAMA DAS PESQUISAS SOBRE LIVRO DIDÁTICO E EDUCAÇÃO AMBIENTAL
Environmental education research in textbooks: an overview
Natália Salan Marpica, Amadeu José Montagnini Logarezzi
EDUCAÇÃO AMBIENTAL E EDUCAÇÃO EM VALORES EM LIVROS DIDÁTICOS DE CIÊNCIAS NATURAIS
Environmental Education and values education in science textbooks
Dalva Maria Bianchini Bonotto e Angela da Silva Semprebone
A FOTOGRAFIA DE NATUREZA COMO INSTRUMENTO PARA EDUCAÇÃO AMBIENTAL
Nature photography as an instrument in Environmental Education
Marilia Dammski Borges, José Marcelo Aranha, José Sabino
PERCEPÇÃO AMBIENTAL DE CRIANÇAS E PRÉ-ADOLESCENTES EM VULNERABILIDADE SOCIAL PARA PROJETOS DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL
Socially vulnerable children and pre-adolescents environmental perceptions in education projects
Alexandre Pedrini , Érika Andrade Costa e Natalia Ghilardi
O USO DE METODOLOGIAS ATIVAS NO ENSINO DE GRADUAÇÃO NAS CIÊNCIAS SOCIAIS E DA SAÚDE – AVALIAÇÃO DOS ESTUDANTES
The use of active learning methodologies in graduate courses in health and social sciences - students´s evaluation
Maria Paula Cerqueira Gomes et al.
ANALISANDO CONHECIMENTOS E PRÁTICAS DE AGENTES EDUCACIONAIS E PROFESSORAS RELACIONADOS À ALIMENTAÇÃO INFANTIL
Analyzing knowledge and practices of educational agents and teachers regarding to feeding children up to 3 years-old
ANDREIA CRISTINA DE ALMEIDA , RODOLPHO TELAROLLI JÚNIOR e MARIA IOLANDA MONTEIRO
QUANDO O COTIDIANO PEDE ESPAÇO NA ESCOLA, O PROJETO DA FEIRA DE CIÊNCIAS “VIDA EM SOCIEDADE” SE CONCRETIZA
Science education through teaching projects: the case of “Life in society”
Nora Ney Santos Barcelos, Giuliano Buzá Jacobucci e Daniela Franco Carvalho Jacobucci
ESCOLAS TÉCNICAS AGRÍCOLAS: UM ESTUDO SOBRE ENSINO DE MATEMÁTICA E FORMAÇÃO DE PROFESSORES
Technical Education related to Agricultural affairs: some remarks on teachers preparation and mathematics education
Maria Ednéia Martins-Salandim e Antonio Vicente Marafioti Garnica
A COMUNICAÇÃO COMO BARREIRA À INCLUSÃO DE ALUNOS COM DEFICIÊNCIA VISUAL EM AULAS DE MECÂNICA
Communication as a barrier for including visual handicapped pupils in mechanics classes
Éder Pires de Camargo e
Revista Brasileira em Ensino da Física
Acesso em: 12/08/2010
Endereço:http://www.scielo.br/cgi-bin/wxis.exe/iah/
Ricardo, Elio Carlos, Custódio, José Francisco and Rezende Junior, Mikael Frank A tecnologia como referência dos saberes escolares: perspectivas teóricas e concepções dos professores. Rev. Bras. Ensino Fís., 2007, vol.29, no.1, p.135-147. ISSN 1806-1117
• resumo em português
inglês • texto em português
QUALIS
1983-6422 ENSINO DE CIÊNCIAS E MATEMATICA A Física na Escola (Impresso) B4 2008
1807-9792 ENSINO DE CIÊNCIAS E MATEMATICA Abstracta : linguagem, mente e ação (Niterói) B5 2008
1517-4492 ENSINO DE CIÊNCIAS E MATEMATICA Acta Scientiae (ULBRA) B3 2008
1679-7361 ENSINO DE CIÊNCIAS E MATEMATICA
Acta Scientiarum. Human and Social Sciences (Impresso)
(Cessou em 2007. Cont. ISSN 1983-4675 Acta Scientiarum.
Language and Culture (Impresso)) B5 2008
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1807-3859 ENSINO DE CIÊNCIAS E MATEMATICA Cadernos de História da Educação (UFU. Impresso) B4 2008
0100-1574 ENSINO DE CIÊNCIAS E MATEMATICA Cadernos de Pesquisa (Fundação Carlos Chagas. Impresso) B1 2008
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1983-1781 ENSINO DE CIÊNCIAS E MATEMATICA Cadernos do Centro de Educação B5 2008
1980-4261 ENSINO DE CIÊNCIAS E MATEMATICA Cadernos FAPA B4 2008
0104-8333 ENSINO DE CIÊNCIAS E MATEMATICA Cadernos Pagu (UNICAMP. Impresso) B3 2008
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0009-6725 ENSINO DE CIÊNCIAS E MATEMATICA Ciência e Cultura B4 2008
1516-7313 ENSINO DE CIÊNCIAS E MATEMATICA Ciência e Educação (UNESP. Impresso) A1 2008
1413-8123 ENSINO DE CIÊNCIAS E MATEMATICA Ciência e Saúde Coletiva (Impresso) B3 2008
1984-154X ENSINO DE CIÊNCIAS E MATEMATICA Ciência em Tela B3 2008
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0101-8515 ENSINO DE CIÊNCIAS E MATEMATICA Ciência Hoje B5 2008
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1677-3861 ENSINO DE CIÊNCIAS E MATEMATICA Ciência, Cuidado & Saúde B5 2008
1806-5821 ENSINO DE CIÊNCIAS E MATEMATICA Ciências & Cognição (UFRJ) B3 2008
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1980-7651 ENSINO DE CIÊNCIAS E MATEMATICA Circumscribere (PUCSP) B4 2008
1519-9479 ENSINO DE CIÊNCIAS E MATEMATICA Cógito (Salvador. Impresso) B5 2008
1519-7654 ENSINO DE CIÊNCIAS E MATEMATICA ComCiência (UNICAMP) B4 2008
0104-6829 ENSINO DE CIÊNCIAS E MATEMATICA Comunicacao e Educacao (USP) B4 2008
0104-8481 ENSINO DE CIÊNCIAS E MATEMATICA Comunicações (UNIMEP) B5 2008
0102-8758 ENSINO DE CIÊNCIAS E MATEMATICA Contexto & Educação B4 2008
1519-8227 ENSINO DE CIÊNCIAS E MATEMATICA
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1871-1502 ENSINO DE CIÊNCIAS E MATEMATICA Cultural Studies of Science Education (Print) A1 2008
0907-0877 ENSINO DE CIÊNCIAS E MATEMATICA Cybernetics & Human Knowing B1 2008
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0872-0738 ENSINO DE CIÊNCIAS E MATEMATICA Discursos (Coimbra) (Cessou em 1998) C 2008
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0101-7330 ENSINO DE CIÊNCIAS E MATEMATICA Educação & Sociedade (Impresso) B2 2008
1414-5057 ENSINO DE CIÊNCIAS E MATEMATICA Educação & Tecnologia B4 2008
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1678-0701 ENSINO DE CIÊNCIAS E MATEMATICA Educação Ambiental em Ação B5 2008
1807-2194 ENSINO DE CIÊNCIAS E MATEMATICA Educação e Cultura Contemporânea B4 2008
1517-9702 ENSINO DE CIÊNCIAS E MATEMATICA Educação e Pesquisa (USP. Impresso) B2 2008
0100-3143 ENSINO DE CIÊNCIAS E MATEMATICA Educação e Realidade B2 2008
1519-3322 ENSINO DE CIÊNCIAS E MATEMATICA Educação em Foco (Belo Horizonte. 1996) B4 2008
0104-3293 ENSINO DE CIÊNCIAS E MATEMATICA Educação em Foco (Juiz de Fora) B4 2008
1806-7123 ENSINO DE CIÊNCIAS E MATEMATICA Educação em Revista (Porto Alegre) B3 2008
0102-4698 ENSINO DE CIÊNCIAS E MATEMATICA Educação em Revista (UFMG. Impresso) B3 2008
1981-6979 ENSINO DE CIÊNCIAS E MATEMATICA Educação Matemática em Foco (UFPB) B5 2008
1517-3941 ENSINO DE CIÊNCIAS E MATEMATICA Educação Matemática em Revista (São Paulo) B2 2008
1518-8221 ENSINO DE CIÊNCIAS E MATEMATICA Educação Matemática em Revista-RS B4 2008
1516-5388 ENSINO DE CIÊNCIAS E MATEMATICA Educação Matemática Pesquisa (Impresso) B2 2008
1519-387X ENSINO DE CIÊNCIAS E MATEMATICA Educação Unisinos B5 2008
0120-8446 ENSINO DE CIÊNCIAS E MATEMATICA Educacion Hoy B4 2008
0864-2141 ENSINO DE CIÊNCIAS E MATEMATICA Educación Médica Superior (Impresa) B4 2008
0187-893X ENSINO DE CIÊNCIAS E MATEMATICA Educación Química B1 2008
0104-4060 ENSINO DE CIÊNCIAS E MATEMATICA Educar em Revista (Impresso) B4 2008
0013-1954 ENSINO DE CIÊNCIAS E MATEMATICA Educational Studies in Mathematics A1 2008
1519-0099 ENSINO DE CIÊNCIAS E MATEMATICA Educere (Umuarama. Impresso) B5 2008
0301-4215 ENSINO DE CIÊNCIAS E MATEMATICA Energy Policy B5 2008
0104-4036 ENSINO DE CIÊNCIAS E MATEMATICA Ensaio (Fundação Cesgranrio. Impresso) C 2008
1415-2150 ENSINO DE CIÊNCIAS E MATEMATICA Ensaio: Pesquisa em Educação em Ciências (Impresso) A2 2008
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1132-9157 ENSINO DE CIÊNCIAS E MATEMATICA Enseñanza de las Ciencias de la Tierra A2 2008
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1413-5736 ENSINO DE CIÊNCIAS E MATEMATICA Episteme (Porto Alegre) B4 2008
1677-9843 ENSINO DE CIÊNCIAS E MATEMATICA Escritos sobre Educação (Impresso) B4 2008
0103-7668 ENSINO DE CIÊNCIAS E MATEMATICA Espaço (Rio de Janeiro. 1990) B4 2008
0104-7469 ENSINO DE CIÊNCIAS E MATEMATICA Espaço Pedagógico B4 2008
1415-7128 ENSINO DE CIÊNCIAS E MATEMATICA Estilos da Clínica (USP. Impresso) B5 2008
0103-4014 ENSINO DE CIÊNCIAS E MATEMATICA Estudos Avançados (USP. Impresso) B5 2008
1414-0144 ENSINO DE CIÊNCIAS E MATEMATICA Estudos de Sociologia (São Paulo) B5 2008
1808-4281 ENSINO DE CIÊNCIAS E MATEMATICA Estudos e Pesquisas em Psicologia (Online) B5 2008
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IJCEELL-International Journal of Continuing Engineering
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International Journal of High Performance Computing and
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International Journal of Mathematical Education in Science and
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Issues in Informing Science & Information Technology
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1647-1210 ENSINO DE CIÊNCIAS E MATEMATICA Prima Facie (Faro) B5 2008
1136-7733 ENSINO DE CIÊNCIAS E MATEMATICA Primeras Noticias. Comunicación y Pedagogía B5 2008
1414-4247 ENSINO DE CIÊNCIAS E MATEMATICA Principia (UFSC) B5 2008
0104-8694 ENSINO DE CIÊNCIAS E MATEMATICA Princípios (UFRN. Impresso) B4 2008
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ZDM. Zentralblatt für Didaktik der Mathematik (Cessou em
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1863-9690 ENSINO DE CIÊNCIAS E MATEMATICA ZDM (Berlin. Print) A1 2008
1355-2198 ENSINO DE CIÊNCIAS E MATEMATICA Studies In History and Philosophy of Modern Physics A2 2008
0269-8897 ENSINO DE CIÊNCIAS E MATEMATICA Science in Context A2 2008
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Endereço: http://www2.fc.unesp.br/cienciaeeducacao/
PRÁTICAS DE AVALIAÇÃO DE PROFESSORES DE CIÊNCIAS FÍSICO-QUÍMICAS DO ENSINO BÁSICO
Physics and Chemistry Middle School teacher’s assessment practices Marisa Sofia Monteiro Correia, Ana Maria Martins Silva Freire
EPISTEMOLOGIA EM SALA DE AULA: A NATUREZA DA CIÊNCIA E DA ATIVIDADE CIENTÍFICA NA PRÁTICA PROFISSIONAL DE PROFESSORES DE CIÊNCIAS
Epistemology in classrooms: science and scientific activity’s nature in science teachers’ professional practice
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Future physics teachers discourses about nuclear issues in High School: a focus on a historical approach
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Application of the Stephen Toulmin’s model to the circulatory system’s conceptual evolution: didactical perspectives
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Teachers and the students’ perception about College classrooms: expectations and relations construction in the UFMG Chemistry Undergraduate Program
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Environmental Education and values education in science textbooks
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Socially vulnerable children and pre-adolescents environmental perceptions in education projects
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The use of active learning methodologies in graduate courses in health and social sciences - students´s evaluation
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ANALISANDO CONHECIMENTOS E PRÁTICAS DE AGENTES EDUCACIONAIS E PROFESSORAS RELACIONADOS À ALIMENTAÇÃO INFANTIL
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Communication as a barrier for including visual handicapped pupils in mechanics classes
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Ricardo, Elio Carlos, Custódio, José Francisco and Rezende Junior, Mikael Frank A tecnologia como referência dos saberes escolares: perspectivas teóricas e concepções dos professores. Rev. Bras. Ensino Fís., 2007, vol.29, no.1, p.135-147. ISSN 1806-1117
• resumo em português
inglês • texto em português
QUALIS
1983-6422 ENSINO DE CIÊNCIAS E MATEMATICA A Física na Escola (Impresso) B4 2008
1807-9792 ENSINO DE CIÊNCIAS E MATEMATICA Abstracta : linguagem, mente e ação (Niterói) B5 2008
1517-4492 ENSINO DE CIÊNCIAS E MATEMATICA Acta Scientiae (ULBRA) B3 2008
1679-7361 ENSINO DE CIÊNCIAS E MATEMATICA
Acta Scientiarum. Human and Social Sciences (Impresso)
(Cessou em 2007. Cont. ISSN 1983-4675 Acta Scientiarum.
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